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Segunda-Feira, 14 de Janeiro de 2008, 12h:22 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:19

ARTICULAÇÃO

Thelma teve R$ 400 mil de doações de bancos

  A deputada mato-grossense Thelma de Oliveira (PSDB) integra um grupo de congressistas classificados como da bancada dos bancos. São deputados e senadores que tiveram campanhas financiadas com doações de instituições financeiras privadas. Reeleita em 2006 com 76.770 votos, Thelma, viúva do ex-governador Dante de Oliveira, teve R$ 400 mil em doação do Itaú, BGN Factoring, Cacique e Paranabanco. Cada um contribuiu com R$ 100 mil, revela a coluna eletrônica de Cláudio Humberto desta segunda - confira aqui.

   Na lista aparece também outro parlamentar de Mato Grosso: Homero Pereira (PR), presidente licenciado da Federação da Agricultura do Estado (Famato). Ele recebeu R$ 20 mil do Unibanco. O campeão das contribuições financeiras é o senador petista Aloizio  Mercadante (SP), contemplado com R$ 1,6 milhão de quatro bancos privados. Esses congressistas vão decidir agora projetos de interesse dos banqueiros, como a proposta de aumento da Contribuição Social Sobre o Luco Líquido dos bancos.

(Às 18h50) - Thelma recebe, mas diz que é contra doação

   A deputada tucana reagiu à matéria veiculada no blog do jornalista Claudio Humberto e admite desgaste por conta das doações que financiam as campanhas eleitorais. Em nota, ela afirma que "não tem outro compromisso senão com os interesses da população". "As doações de campanha são uma liberalidade dos doadores e um grande erro do nosso sistema eleitoral que ainda não admite o financiamento exclusivamente público, que eu sempre defendi na reforma política", declara.

    Segundo a parlamentar, os critérios que adota para definir seu voto nas matérias em apreciação no Congresso são o do interesse público e a posição do partido. "Não me curvo a interesses privados e subalternos. Minha história no parlamento atesta isso", assegura. "As contas da minha campanha foram aprovadas pela Justiça eleitoral e desconheço qualquer doação feita por bancos, mas mesmo que houvesse, não teria o condão de tutelar minhas convicções políticas".

   Thelma também considerou que as doações acabam gerando desgaste e ainda passou a culpabilidade para o governo Lula. "Situações como esta acabam gerando desgaste e permitindo ilações como as que foram feitas em reportagens e comentários de colunas políticas. Por isso sempre defendi o financiamento exclusivamente público das campanhas". "Quem gosta de banqueiro é petista", completou. Quanto à CSLL dos bancos, a parlamentar diz que ainda vai avaliar os impactos que a medida pode causar, mas que, a princípio, é contra a elevação da carga tributária.  

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Comentários (5)

  • CIDADÃO DESESPERANÇADO | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Politico que não gosta de Banqueiro????????????????????Ka ka,ka,ka,ka,ka, esse tal molina deve ser da thurma da cota do gabinete em brasilia que nem precisa ir la trablhar KA,ka Ka Ka Ka

  • Beto | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Concordo plenamente com o Sr.Molina q comentou essa matéria, e digo mais ao cidadãodeesperança, vê se a nobre deputada participou de algum escandalo "Sanguessuga, Ambulância, Mensalão, etc,etc", foi a única deputada federal daqui de MT que não foi envolvida!!!!! Prestem atenção meu povo!!!!

  • ANDINHO | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    PARABENS PELA REPORTAGEM.

  • valmirmolina | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A deputada Thelma é uma das poucas referências ética e moral da politica do nosso Estado,não existe um projeto a favor dos BANQUEIROS referendado por ela.O fato da deputada ter recebido mais que os outros,simplesmente mostra que quem doou procurou fazê-lo direcionando à pessoas honestas.

  • Alessandra Borges | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Ja vi a prestação de contas da deputada Thelma .Essa doação não existe ,tem alguma coisa errada na informação .

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