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Terça-Feira, 01 de Maio de 2007, 07h:16 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

JUDICIÁRIO

TJ abre licitação para serviços de coffe break

  O Tribunal de Justiça, detentor de um orçamento de R$ 270 milhões (fora os recursos do Fundo de Apoio ao Judiciário), com 30 desembargadores e 228 juizes, anuncia um pregão para o próximo dia 31.

  Dessa vez a licitação será para contratar empresa com vistas a fornecer coffe break, almoço executivo, café da manhã e até pizza, coquetel e salgadinhos. Também estará incluso brunch para eventos, sessões de julgamento, reuniões e treinamentos promovidos pelo TJ. A contratação será por um ano - confira fac-simile. A Mesa Diretora nega que esteja havendo ostentação. Considera os serviços a serem contratados essenciais para atendimento às autoridades.

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Comentários (8)

  • Maria José Santos Moura | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Você jura que a Mesa Diretora negou ostentação e que considera os serviços a serem contratados essenciais para atendimento às autoridades?
    Essencial por essencial, contratem prostitutas, ao invés de "fazer o serviço" no povo

  • Amado Amador | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Olha, vendo o diário oficial dia desses reparei que o secretário do planejamento Yênes será o coordenador dos eventos do Poder executivo, isso pode até fazer parte das atribuições da pasta do nobre filho de Pai André, entretanto, vejamos quais empresas cuidarão dos quebra-tortos e tudo o mais dos ditos eventos...Meu palpite é de que todos estão ligados a uma mesma senhora...

  • suzanne auxiliadora | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Estou decepcionada com essa situação, porque enquando ostetam e comem nossos impostos, na semana passada visitei o Abrigo dos Velhos, ao lado da 13 Brigada e um idoso disse que estavam comendo só arroz, feijão e "bucho" a mais de duas semanas. Voce pode com isso. Estou indignada.

  • Bruno | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Esses desembargadores são uma vergonha deve haver exessões, é filho de desembargador que nao sabe nada de direito que passa para defensoria pública tem aquele que virou juiz e assim vai so nao passaram na segunda fase da defensoria porque a turma ficou muito no pe quando soube e tem desembargador que léva mulheres até em seu gabinete.

  • Rogério | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Nossa, nossos nobres desembargadores e juizes devem estar com o salário muito baixo, pois não podem comprar o próprio lanche, nem o almoço!!!

  • Rogério | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Nossa, nossos nobres desembargadores e juizes devem estar com o salário muito baixo, pois não podem comprar o próprio lanche, nem o almoço!!! O pobre povo, que paga imposto e muito, que em vários casos até passa fome, mas não pode deixar de pagar imposto, é obrigado a ver o TJ queimar o suado dinheiro do povo com lanchinho para os juizes. Coitadinhos, eles devem até ficar com pena do povo. Quem sabe um dia, nossa justiça começará funcionar e deixará de ser esse oásis de desperdicio.

  • Vilson Nery | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O triste de tudo isso é que há uns 2 ou 3 mil metros do Tribunal de Justiça de MT há um prédio em construção que `seria` um hospital regional. Mas por falta de 15 milhões de reais as obras não foram concluídas, e o esqueleto do futuro hospital se expõe ao tempo, como um monumento-homenagem ao desprezo pela saúde pública.

    Se fosse somado o dinheiro gasto com o 'tunel do TJ', com a sede nova do TCE, com a ampliação do TRE, com a suntuosa sede da Justiça Federal de Cuiabá(tem até controle eletrônico de entrada), seguramente poderíamos construir e equipar o hospital regional, para atender não só os cuiabanos, mas todos os mato-grossenses que para cá se acorrem, além dos cidadãos de estados vizinhos.

    Falta visão de estadista, respeito ao interesse público, projeto de sociedade (e um quezinho de vergonha na cara) aos nossos homens públicos, que gastam o que não devem em obras que não são prioritrárias.

    Vilson Nery

  • Américo Corrêa | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Caro Jornalista Romilson Dourado,

    O TJ anunciou o PREGÃO citado em sua nota através da Diário da Justiça, agora ELETRÔNICO, acessível a qualquer brasileiro, com o máximo de transparência POSSÍVEL, pois esse é o compromisso assumido pelo presidente do TJMT Paulo Lessa em seu discurso de posse (antes de abril/2007, o cidadão precisava comprar o Diário da Justiça).

    Não existe nenhuma ilegalidade no caso. O pregão prevê apenas a contratação dos serviços elencados, quando e se NECESSÁRIO.

    VC podia divulgar, como acréscimo, porque principalmente vc sabe disso, visto que muito informado, que nas sessões do TJ são julgados em média dezenas e dezenas de processos e que os desembargadores ficam por conta dos julgamentos. Os lanches, nos intervalos, são normais, seja no TJMT, na ALMT, no TCE etc, assim como em treinamentos etc. Errado seria mascarar esse tipo de despesa... Ano passado, o TJ julgou mais de 20 mil processos. Os juízes, cerca de 200 mil processos. Recebemos, no primeiro grau, mais de 330 mil ações...

    À propósito, vc não entrevistou nem o presidente nem a Diretora Geral e nem conversou comigo, Assessor de Imprensa, sobre o assunto (embora não tenha a obrigação). Porém, estranho a informação de que a Mesa Diretora tenha feito qualquer comentário a respeito do assunto. Quem fez?

    Mas, de qualquer forma, tenha a certeza de que os assuntos em geral na Gestão Paulo Lessa são e serão sempre tratados dessa forma, no DIARIO DE JUSTIÇA ELETRÔNICA. Aliás, a sua principal fonte nesta gestão a respeito do Judiciário. Mas esse não lhe é um privilégio exclusivo. É para todos, pois pretende-se cultura, doravante. Comprimisso com a transparêncua, aliado com acessibilidade e efetividade.

    Atenciosamente,

    Américo Corrêa - Assessor Comunicação Social TJMT

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