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Sexta-Feira, 13 de Novembro de 2009, 19h:13 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:24

ESTADO

Unemat e MP firmam TAC para realização de concurso

   O reitor da Unemat, Taisir Mahmudo Karim, se reuniu nesta sexta (13) com o promotor responsável pela 1ª Promotoria Cível de Cáceres, André Luiz de Almeida, para firmar um compromisso de ajustamento de conduta, o que garante a realização do maior concurso público do Estado. São 10.086 vagas abertas com vistas a preencher o quadro de pessoal de secretarias e 11 núcleos sistêmicos. “As decisões foram tomadas em comum acordo entre Unemat e Ministério Público, visando a transparência do concurso e o interesse público. Afastamos qualquer possibilidade de cancelamento ou alteração de data”, afirmou o reitor. Assim, o concurso acontece em 22 de novembro.

   A possibilidade de cancelamento das provas foi levantada após denúncia feita pela Associação dos Docentes da Unemat (Adunemat), para tentar suspender o convênio firmado pela secretaria estadual de Administração (SAD) com a Unemat, por meio da Fundação de Apoio ao Ensino Público Superior (Faesp), responsável pela realização do concurso - veja aqui.

   O secretário de Administração, Geraldo de Vitto, vê coerência no termo assinado. "Esta foi a melhor decisão a ser tomada, com o objetivo de não prejudicar tanto a população quanto o Estado como um todo", concluiu. Nada menos que 274 mil candidatos se inscreveram para realizar as provas, na expectativa da estabilidade do serviço público.  (Flávia Borges)

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Comentários (3)

  • Maria Just | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    um concurso desse tamanho, ta dificil de acreditar que será justo nas responsabilidade desse povo que tem padrinho político como Pedro Henri

  • Bruno Siqueira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Colegas, Já acham que vai ter fraude antes da hora? E olha que não aguento Pedro H. e cia. Mas não acham que tanto denuncia, está acabando desmoralizando vocês ou tentando destruir a instituição que trabalham?
    Bruno

  • Denizalde Pereira | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    A pergunta que resta é por que a reitoria da UNEMAT faz TUDO fora da Lei e só corrige depois de muito desgaste de professores, estudantes e ténicos atrá do ferrão do Ministério Público?

    Esse tempo todo nao é desprezivel. Somem todo o tempo de cada um dos lutadores e lutadoras dessa Universidade ao longo desses 7 anos de ditadura do Sr. Karim e imaginem o quanto isso poderia ser concretizado em qualidade de Ensino, de Pesquisa, de Extensão, isso sem contar o tempo gasto com questoes de saúde, já que muitos de nós acabam adoecendo em um ambiente de trabalho tão insalubre! Por outro lado, pensem o quanto esse senhor, e seu staff, mancham a imagem de nossa Instituição, prejudicando nossos profissionais que se formam na UNEMAT e os que nela trabalham.

    Infelizmente esse episódio das trapalhadas da reitoria em relação ao Concurso Público, que por pouco não prejudica cerca de 300 mil candidatos, não foi o primeiro e nem será o último. As deliberações do Congresso continuam enroscadas nas malandragens ditatoriais da reitoria. O Conselho Curador, órgão que tem por princípio filosófico corrigir rotas de uma instituição, foi malandramente armado pela reitoria com 3 membros com cargos de confiança na reitoria ou parentes em primeiro grau (esposas). Um Conselho ILEGÏTIMO como esses não poderia fazer outra coisa, ao invés de fiscalizar a Instituição haverá de ser fiscalizado pelo Ministério Público, pois fora montado para desviar rotas e não corrigi-las. O CC terá de explicar por que cassou a participação do representante estudantil, escolhido em um COngresso de estudantes de toda a Universidade. A armação da reitoria de cassar a diretoria do DCE de Cáceres para montar o teatro da cassação do Hugo no CC foi desmascarada no próprio CC. A chapa 2, cassada por abuso de poder econômico e compra de votos, tal qual seus financiadores cacerenses, cassados da Prefeitura de Cáceres pelo mesmo motivo, argumentou que Hugo não era legítimo, pois teria sido indicado pela chapa 1, cassada num esquemão armado, já que a própria Justiça devolveu o mandato para a chapa 1 posteriormente. Mas as vacas-de-presépio do CC não se deram por descoberto, mantiveram o golpe autoritário na representação estudantil.

    E por que a reitoria montou o teatro do CC? Simples, queriam derrubar as deliberaçoes do Congresso por questões de logística de manutenção no poder. Passaram por cima das decisões de cerca de 300 representantes de todos os segmentos da Universidade, de todos os Campi, todos os Cursos, um Congresso que custou 350 mil reais aos cofres públicos. Esse dinheiro poderia ser aplicado em melhores condicoes de atendimento na saúde, por exemplo, se era para não servir pra nada, já que 4 vacas-de-presépio levantam a mão na hora que o maestro manda e todo o movimento que custaram horas de estudos, debates e construção de um estatuto democrático, não deve servir pra nada... na visão da ditadura do Sr. Karim. E no que resultou?

    Pois bem, o CC cometou uma nova ilegalidade, mudou decisões do Congresso, homologadas no CONSUNI sem poder para fazê-lo! O que vai acontecer na prática? Novamente professores, estudantes e técnicos terão que se afastar de suas tarefas de estudar, produzir pesquisas, publicar, para correr atrás do Ministério Público, pois, como as coisas estão, continuamos SEM CONSUNI, SEM CONEPE (há mais de um ano), continuamos com Coordenadores de Campi com mandatos vencidos ou mandatos provisórios. Isso gera instabilidade, a comunidade universitária tem que trabalhar sem Planejamento. As consequências estão aí para mostrar a realidade: no Campus onde está concentrada a maioria dos cursos da UNEMAT, a maioria de mestres e doutores, maioria de projetos e principalmente de verbas, nas barbas da reitoria, o Campus de Cáceres, o desempenho dos estudantes no ENADE foi um verdadeiro fiasco, somente os cursos de História e Geografia obtiveram média, justamente onde se concentra grande parte da oposição a esse estado absurdo de coisas.

    A reitoria está prometendo novas ilegalidades, o reitor fala que vai conduzir pessoalmente a eleição. A institucionalidade não ampara, Sr. Ditador. O CC deve homologar o Estatuo da UNEMAT para que haja eleições para os CONSELHOS que, então, conduzirão o processo de escolha das novas representações. O NOVO CONSUNI é quem criará uma COMISSÃO ELEITORAL para conduzir o processo sucessório. Se não for feito assim, novamente teremos de jogar nosso precioso tempo para correr atrás de suas trapalhadas nocivas, Sr. Ditador! O senhor ameaça estudantes, alegando ter as Kostas Kentes, mas as costas quentes não duram a vida toda, seus esteios estão ruindo pela ação da justiça que surpreendemente resolveu funcionar nesse Estado. Deve ser o caos que se avizinha.

    Enfim, penso que, nem com mudança de postura isso possa ser garantido. Vejo com preocupação o futuro de nossa Instituição, nosso local de formação profissional, de realização acadêmica, de trabalho e de sobrevivência. Penso que não teremos outro caminho a não ser exigir dos poderes públicos uma investigação severa nessa Universidade, não só financeira, mas da própria institucionalidade, dois longos períodos sem CONSELHOS, por exemplo. Esse grupo que quase desgraçou essa Universidade não pode continuar desgraçando. E acharia um erro tremendo se jogássemos todas as nossas cartas para o terreno viciado da disputa eleitoral, afinal de contas as Kostas Kentes parece ter um fundo generoso.

    O caminho é esse, CPI na UNEMAT, limpar a UNEMAT para sempre, DITADURA NUNCA MAIS, DITADURA NUNCA MAIS, DITADURA NUNCA MAIS!

    E digo mais! De tanto a reitoria fazer joguinho de cena, como fez durante a realização do Congresso, para tentar inviabilizá-lo, fazendo terrorismo pela imprensa marron, que uma armação queria tirar a Sede de Cáceres, é isso que vai acabar acontecendo se as coisas continuarem insuportáveis, se a temperatura não baixar. E é bom que o povo de Cáceres, que certamente prescinde da UNEMAT, saiba que se isso se tornar inevitável fora por absoluta (ir)responsabilidade do ditador Karim de Pau e seus apaniguados, não só de Cáceres, mas de todos os campi.

    Cordialmente

    Prof. Denizalde Pereira
    UNEMAT
    Campus de Sinop.






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