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Sábado, 02 de Janeiro de 2010, 09h:35 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

Comunicação

Veja destaca obra na 163 embargada pelo TCU

Esta edição explica o quanto o laser pode ajudar na medicina e o TCU na avaliação de obras pelo Brasil

   A edição de Veja que chega aos mato-grossenses neste domingo (3) tem como tema de capa a superutilidade do laser na medicina curativa e sobretudo na estética. Enfoca também o trabalho desenvolvido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que lista obra na BR-163, em Mato Grosso, como um dos projetos sob suspeita de superfaturamento. Outro assunto destacado pela revista é o massacre no Suriname, do qual brasileiros foram vítimas.

   No caso do laser, Veja o apresenta como “a invenção mais impactante do mundo moderno", na opinião do físico Nilson Dias Vieira Junior, superintendente do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen). Na medicina, o laser corta (com muita precisão e pouco sangue) músculos, pele e ossos. Na dermatologia, além de remover as manchas de pele e as linhas de expressão, a luz corta literalmente o mal pela raiz

   Quando a revista aborda as obras fiscalizadas pelo TCU, muitos Estados foram colocados na lista de obras suspeitas. O asfaltamento da BR-163 é o primeiro. A estrada, que liga o Pará a Mato Grosso, teve empreiteiras contratadas nos anos 90 pelo governo para asfaltá-la. Mas a obra foi paralisada por falta de recursos e só pôde ser retomada quase dez anos depois. Nesse interím, foram identificados pelo TCU um cipoal de problemas. Foram feitas várias emendas ao contrato original, o que levou a obra a ficar quatro vezes mais cara.

   Sobre o massacre do Suriname, a revista conta como foram as horas de horror vividas pelos brasileiros, vítimas de ataque promovido por um quilombola. Para vingarem um assassinato cometido por um brasileiro, os assustadores maroons promoveram uma onda de saques, estupros e espancamentos.

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