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Terça-Feira, 09 de Janeiro de 2007, 00h:00 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:15

LEGISLATIVO

Vendi patrimônio para campanha, diz Fagundes

      O deputado federal reeleito para quinto mandato Wellington Fagundes (PR) contesta o enfoque negativo dado ao fato de ter gastado mais com recursos próprios na campanha do que o valor de seus próprios bens. "Tudo o que gastei na campanha está plenamente explicado na minha prestação
de contas para a Justiça Eleitoral”. Fagundes declarou que gastou R$ 777,3 mil na campanha, R$ 95,8 mil a mais que o valor de seu patrimônio declarado.

    Ele observa que chegou a vender parte do seu
patrimônio para bancar a campanha. Outra parte dos recursos é oriunda de doações. De acordo com o presidente regional do novo Partido Republicano (resultado da fusão do PL com Prona), "o que pode estar havendo é uma confusão muito comum entre
declaração de bens e declaração de renda". “O que eu entreguei para a Justiça Eleitoral é a declaração de bens, que nem sequer exige os valores dos
componentes do patrimônio”, explica o parlamentar Além disso, prossegue, a declaração de bens para a
Justiça Eleitoral também obedece ao princípio contábil do registro pelo valor original, segundo o qual os componentes do patrimônio são registrados
pelo valor de compra ou entrada, independente de sua valorização posterior no mercado. Isso pode explicar, segundo o deputado, que o valor de seu patrimônio
pareça inferior aos gastos de uma campanha para deputado federal. 

    “Meu patrimônio, em valores de mercado, é hoje muito superior aos gastos da minha campanha, mas a minha declaração de bens obedece a princípios contábeis plenamente legais. Por isso, meu patrimônio parece inferior aos gastos”, destacou Fagundes, proprietário de veículos de comunicação, fazendas, chácaras, hotéis e dezenas de outros imóveis. Fagundes assegura que desde o primeiro mandato, em 1990, não houve evolução patrimonial. “Ao contrário, tenho perdido patrimônio”.

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