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Quarta-Feira, 29 de Agosto de 2007, 13h:26 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:16

LEGISLATIVO

Vice-líder do governo troca farpas com Muniz

Deputado Percival Muniz (PPS)Alexandre Cesar, vice-líder do governo na Assembléia O recém-escolhido vice-líder do governo na Assembléia, deputado Alexandre Cesar (PT), incorporou a defesa do Palácio Paiaguás de tal modo que se tornou intransigente em suas posições governistas. Na sessão desta terça (28), por exemplo, o petista tentou impedir que Percival Muniz (PPS) continuasse a fazer criticas ao governo, sob alegação de que o assunto não estava em pauta. 

     Muniz questionava a manobra do governo para angariar recursos à cadeia produtiva da soja em R$ 3,6 milhões. Segundo o deputado, os recursos seriam retirados do sistema de identificação da rede estadual de Educação. "Quero dizer que, o governo está propondo tirar R$ 3,6 milhões para incentivar um dos seguimentos mais ricos do Estado, enquanto o deputado Zé Domingos (DEM) está propondo criar laboratórios de informática para atender a rede pública", disse Muniz.

     Em seguida, foi interrompido pelo deputado petista, que questionou o fato do assunto não fazer parte da Ordem do Dia. Muniz reagiu de imediato. "Eu fiquei indignado quando Vossa Excelência foi até a tribuna para dizer que a discussão não era pertinente. Revirei todos os meus conceitos de parlamento e de debate. E, francamente, não consegui encontrar um lugar para colocar seu comportamento". Muniz prosseguiu na críticas a Alexandre. "Esse parlamento não pode se curvar desse jeito", disse, referindo-se ao parlamentar do PT que já foi adversário ferrenho de Blairo Maggi, inclusive na disputa nas urnas ao governo em 2002.

     Alexandre, que substitui o titular Ságuas Moraes, atual secretário estadual de Educação, argumentou que a sua intenção não era se opor ao debate, mas apenas questionar o fato da indicação de Zé Domingos não estar em pauta, e que se poderia discutir a matéria em um momento oportuno. O petista disse também que não conhecia o assunto em profundidade e que Muniz somente queria contaminar a sessão. "Tudo tem a ver com tudo e nada tem a ver com nada, dependendo dos interesses que são colocados", respondeu o petista.

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Comentários (8)

  • Plinio | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
    Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.

  • Milton de souza | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Esse Petista não tem palavra, não defende suas ideiais, ideologias, cade aquela oposição que ele fazia ao atual governo, ele era a extrema esquerda desse governo, na sua campanha eleitoral para o governo ele soltava o verbo, e agora esta defendendo ?, a palaçhada isso neh!!!, cade a sua moral, seu carater ?, só foi o governador dá um cargo pra vc no legislativo que vc mudou de opinião rapidamente, pq isso, será q é para arcar com a divida deixada na sua campanha para prefeito? Ei Alexandre toma vergonha rapaz, vc deve pedir bença para Percival, Zé Domingos, ou pedir permissão para falar como vc fazia no PT da decada de 80.

  • Antonio Cavalcante Filho | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Estar mais do que claro que a classe política brasileira é parte da elite itinerante que há séculos se mantém no poder sempre pulando de um galho para outro conforme os seus interesses pessoais que nada tem a ver com os interesses do universo social.

    Alem do mais, todo politiqueiro é um ser fraguimentado. Ele pensa uma coisa e fala outra, diz uma coisa e faz outra. Ele não consegue ter unidade nem coerência entre o que pensa, fala e pratica.

    Não é preciso muita reflexão para entender que os politicoides nunca estão preocupados com o bem estar do povo. Eles só se preocupam com eles mesmos. Só querem o poder pelo o poder.

  • Vidal | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O debate sem dúvida nenhuma é o melhor que se pode fazer para chegar a um resultado razoável, mas dai criá-lo só para ser utilizado como recurso de oposição fica sem sentido.

  • ELIFAS JOSE RIBEIRO | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Dep. Alexandre o que aconteceu com o Sr o governador deu alguma coisa estragada pra o senhor comer ou beber? que afetou a moral a ética a indole a vergonha o Ideal a coerencia a descencia o decoro ou será que foi chá de folha de Soja......pelo amor de Deus e olha que eu não sou petista hein!

  • onofre ribeiro | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    QUEM CONHECEU ALEXANDRE CESAR NO PASSADO E HOJE VÊ RASTEJANDO, PARA DEFENDER RETIRADA DE RECURSOS QUE IAM PARA EDIFICAÇÕES NA EDUCAÇÃO E SAUDE, PARA BENEFICIAR O GRUPO DO AGRONEGOCIO, É INACREDITAVEL. ALEXANDRE FAÇA UMA REFLEXÃO.

    POR OUTRO LADO TEMOS DEP. COMO PERCIVAL QUE ESTA SENDO A LUZ NO FIM DO TUNEL, PARABENS PERCIVAL, QUEIRO PODER VOTA PARA VOCE PELA PRIMEIRA VEZ EM 2010, VOCE É A ESPERANÇA

  • Nadja Vasques | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Caro editor Romilson Dourado,

    Pela segunda vez ocupo esse espaço para retificar informações prestadas por esse blog. Primeiro para explicar que os R$ 3,6 milhões que serão incluídos no orçamento da Secretaria de Desenvolvimento Rural (Seder) vêm do Fethab, e não da Educação, como foi citado na matéria acima, nem da Saúde ou Segurança Pública. Esses recursos oriundos do Fethab são devidos ao Fundo de Apoio da Cultura de Soja (FACS) por força de lei. Portanto, o que a mensagem do Executivo pretende é assegurar o cumprimento da lei repassando os recursos que não foram previstos no orçamento do corrente ano. Não se trata, pois, de dar dinheiro para produtores de soja.
    Também em nenhum momento o deputado Alexandre Cesar (PT) impediu o deputado Percival Muniz de falar, apenas quis assegurar o cumprimento do regimento, já que a matéria não estava em discussão.
    O que parece inexplicável é dedicar espaço nesse blog para uma matéria sem ter informações sobre o assunto. Por isso peço ao editor que, antes de tecer críticas à atuação do parlamentar, procure se informar sobre o projeto, que se encontra disponível no gabinete do deputado, sala 215 da Assembléia Legislativa.

    Atenciosamente,

    Nadja Vasques
    assessora de imprensa

  • Antonio Carlos Cuiabano | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Quem te viu quem te vé. Alexandre cesar... vc voltou ao lugar de onde nunca devia sair... a burguesia, alexandre burgues dfenda seu patrão, que sabe o blairo vai te dar uma botina de presente.

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