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Sábado, 01 de Setembro de 2007, 07h:05 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:16

EXECUTIVO

Yênes é um dos 6 "intocáveis" da gestão Maggi

Enquanto em 4 pastas já ocorreram 4 substituições, Yênes, Teis, Terezinha, João Carlos, Furlan e Virgílio permanecem na mesma função desde janeiro de 2003  

   Yênes Magalhães (Planejamento) se tornou um dos secretários "intocáveis" da atual administração estadual. De 22 pastas - fora Defensoria Pública, órgãos e autarquias -, o governador Blairo Maggi só não alterou o comando de seis. Enquanto isso, quatro secretarias (Casa Civil, Saúde, Educação e Desenvolvimento Rural) já tiveram quatro secretários nestes seis anos da atual gestão.

   Hoje, permanecem no mesmo cargo desde janeiro de 2003 Waldir Teis (Fazenda), Alexandre Furlan (Indústria, Comércio, Minas e Energia), Terezinha Maggi (Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social), João Virgílio (Procuradoria-Geral) e João Carlos Vicente Ferreira (Cultura), além de Yênes. Os seis têm atuação eminentemente técnica. Ex-vereador, Yênes também esteve "grudado" com Roberto França durante todo o primeiro mandato do ex-prefeito de Cuiabá. Na lista de "intocáveis" está também Cloves Vettorato, que começou começou no Planejamento Estratégicos, foi remanejado ao Desenvolvimento Rural e retornou à pasta de origem. Outros saíram e retornaram, como Carlos Brito, ex-Casa Civil e hoje na Justiça e Segurança Pública; Flávia Nogueira, que começou na Ciências e Tecnologia e responde atualmente pela secretaria extraordinária de Apoio às Políticas Educacionais; e Baiano Filho, que se licenciou por duas vezes e voltou a conduzir a pasta de Esportes e Lazer.

     Mudanças

     Algumas pastas já tiveram até quatro secretários na gestão Blairo Maggi, como é o caso da Casa Civil, por onde já passaram Carlos Brito, Joaquim Sucena, Luiz Pagot, Antônio Kato e, hoje, João Malheiros. A Saúde iniciou com Gabriel Novis Neves, depois veio Luzia Leão, Marcos Henrique Machado e, por fim, Augustinho Moro. As mesmas mudanças ocorreram na Educação, já comandada por Novis Neves, Ana Carla Muniz, Luiz Antônio Pagot e hoje sob Ságuas Moraes.

    O Meio Ambiente começou com Moacir Pires, seguido por Marcos Machado e hoje está sob Luís Henrique Daldegan. Na pasta do Desenvolvimento do Turismo já passaram Ricardo Henry, Yêda de Oliveira e agora é conduzida por Pedro Nadaf. No Desenvolvimento Rural já estiveram Homero Pereira, Otaviano Pivetta, Cloves Vettorato e Neldo Egon.

   Na Justiça e Segurança Pública o ex-deputado Carlos Brito substituiu Célio Wilson e, na Infra-Estrutura, Vilceu Marchetti passou a comandar a pasta no lugar de Luiz Pagot. O governo Maggi começou com Geraldo Gonçalves na Comunicação e, depois, passou à condução do jornalista José Carlos Dias. O ex-deputado Chico Daltro entrou no lugar de Flávia Nogueira na Ciências e Tecnologia. Na Auditoria-Geral, José Gonçalves Botelho entrou no lugar de Sírio Pinheiro.

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Comentários (2)

  • Amado Amador | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Competência técnica de menos, bajulação de mais... Resta saber qual é a influência de tão chorosa figura sobre o governador. Resta saber qual é a importância da pasta de Planejamento? O que há é o Planejamento de Mato Grosso cuidando de festas e exposições e descuidando do Orçamento. Sendo assim, por que não ser absorvida pelo De Vitto, pelo Teiss, pelo João Virgílio, ou mesmo ser transformada em instituto, para Flávia Nogueira, ou assessoria, para o Vetoratto?

  • Ronaldo Lucas da Costa | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Por profissionalismo, conhecimento, índole, sinceridade, ou qualquer qualidade que se possa dar a um ser humano com certeza não é.
    Sobra só alguns adjetivos que não precisam ser citados, pois quem conhece este individuo sabe e aqueles que continuam com ele,que só pode ser por laço familiar ou por interesse, convivem com os sentimentos mais baixos da relação humana, tais como: a falsidade, indiferença e principalmente a ingratidão

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