Desde 2006
Romilson Dourado
Romilson Dourado é jornalista há mais de 20 anos. Escreve neste blog desde 2006. Formado em Letras e em Comunicação Social.
Foi professor. Trabalhou como repórter, editor e apresentador de TV. Neste Blog, acompanha e comenta os bastidores da política, com notícias exclusivas, e outros temas relevantes.
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Presidente do PPS em Mato Grosso e pré-candidato a deputado federal, o secretário estadual de Educação Marco Marrafon foi eleito membro do diretório nacional, durante o 19º congresso realizado em São Paulo, no último final de semana. O mato-grossense assumiu a tarefa de conduzir o processo mudança de nome da sigla, que pretende concluir antes das eleições.
Ainda não existe definição sobre o novo nome do PPS, que pode ser Movimento 23. Caso seja definido em tempo hábil, será aprovado em congresso extraordinário e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para constar nas urnas eletrônicas já nas eleições de outubro.
“Fui escalado pelos movimentos de renovação política e pela direção nacional para buscar adequação aos ideais do partido e anseios da população buscando a construção de novo nome”, explicou Marrafon.
Segundo o dirigente, o PPS fez reflexão muito intensa e concluiu que o modelo de representação dos partidos como canalizadores dos anseios da população está em crise. Por isso, afirma que a mudança de nome é insuficiente
“Então a gente muda o nome, mas não só o nome como estão fazendo, e sim forma de participação. O PPS foi o primeiro partido que permitiu que movimentos cívicos como Agora, Livres e Acredito pudessem defender teses e votar na convenção nacional. Queremos uma plataforma partidária que agregue os pontos comuns para trabalhar como canalizadores de políticas em conjunto. Ou muda estruturalmente o modelo partidário ou o modelo partidário que está ai não vai mais andar”, completou.
Além disso, Marrafon lembra que Roberto Freire foi novamente reeleito presidente nacional do PPS. Ressalta que a liderança do dirigente político é incontestável e destaca sua capacidade de adaptação as novas realidades.
“Roberto Freire conseguiu enxergar o próprio lema do congresso “Um Novo Olhar para Um Novo Tempo”. Isso ele já tinha feito lá atrás, com a queda do Muro de Berlim, ao conduzir o partido para superação ou pós comunismo. Agora, entendeu que é preciso um novo passo para inovação com objetivo de se aproximar da juventude’, pontuou.
Político histórico, Roberto Freire foi dirigente do antigo PCB e chegou a concorrer à presidência da República em 1989. Naquele ano, o Muro de Berlim caiu marcando o colapso do comunismo e o partido se transformou em PPS, nome que deve mudar ainda neste ano.
Sobre a relação com a juventude, Marrafon afirma que o segmento não acredita mais nos partidos. Segundo ele, o PPS percebeu esse movimento e está trabalhando para mudar em sintonia com o pensamento da sociedade.
“Nove entre 10 jovens, um absurdo, 90%, rejeitam fortemente o modelo partidário atual e 80% dos brasileiros não acreditam nos partidos políticos. Percebendo esse movimento, o PPS concluiu que é hora de mexer nessa estrutura. Fiquei feliz por ter sido escolhido para poder apresentar e defender a segunda mudança de nome”, concluiu.
Mudar o nome resolve alguma coisa??
Pegou a Seduc/MT em uma situação difícil é conduziu o processo com responsabilidade, tecnicamente tem condições para pleitear uma vaga na Câmara Federal.
QUEBROU A SEDUC E MT.
vai mudar o nome do partido pra Taxis ?
O Deus tem piedade de nós.
O nosso futuro deputado federal é um homem preparado e está apto a ocupar o cargo, sem sombras e dúvidas.
Esse nobre nunca participou de uma eleição, nunca teve votos e já chega como Presidente. Acho que alguns foram deixados para trás.
Concidencia em Juara o pai Marrafom tentou fazer o mesmo com PPS , mas la levou tinta pra deputado estadual teve uma votação pífia 3000 mil votos e se interrou politicamente.
Desembargador José Luiz Lindote presidirá o TJ/MT a partir de janeiro do próximo ano
Sabe quanto o Poder Judiciário do Estado vai receber de duodécimo no decorrer de 2027?
Nada menos que R$ 3,79 bilhões, o que representa 51,5% do bolo orçamentário destinado aos Poderes, fora o Executivo, e 8,2% de todo o orçamento do Estado de Mato Grosso, que será de R$ 46,1 bilhões.
Nos últimos cinco anos, o duodécimo do Tribunal de Justiça, a ser presidido pelo desembargador José Luiz Lindote a partir de 1º de janeiro, cresceu 64,8%.
Em 2023 era de R$ 2,30 bilhões. Subiu para R$ 2,50 bilhões no ano seguinte; para R$ 2,83 bilhões em 2025; e para R$ 3,32 bilhões neste ano. A previsão para o exercício de 2027 é de R$ 3,79 bilhões.
A Justiça Estadual conta com 79 comarcas instaladas, com cerca de 250 juízes em atividade nas varas e juizados, quase 8,5 mil servidores e 39 cadeiras de desembargadores, gerando uma despesa de R$ 117 milhões por mês somente com a folha de pagamento de pessoal.
Senador Carlos Fávaro e a filha Rafaela Fávaro, candidatos derrotados nas urnas deste ano
O senador Carlos Fávaro não sentiu tanto a derrota à reeleição quanto à reprovação nas urnas da filha, jornalista Rafaela Fávaro, que concorreu à deputada estadual. Ainda busca explicações.
Presidente do PSD-MT e ex-ministro da Agricultura do Governo Lula, Fávaro criou todas as condições políticas e logísticas para fazer a filha deputada. O projeto começou em 2024, quando a indicou como vice-prefeita da chapa de Lúdio Cabral, que disputou e perdeu para Abílio Brunini no segundo turno.
Rafaela era apontada na chapa do PSD como possivelmente a mais votada, o que deixou em apuros, durante toda a campanha, outros concorrentes internos, como o deputado Wilson Santos e o ex-deputado Gilmar Fabris.
Por fim, o PSD só garantiu uma cadeira, com a reeleição de Wilson, que obteve 19.911 votos. Rafaela ficou na segunda-suplência com 9.787, atrás de Fabris, que registrou 15.541. A votação pífia da filha deixou o senador bastante abalado.
FEZ FOI É MUITO, QUE TRABALHO TEM POR MT? ACHA QUE É CHEGAR ASSIM E GANHAR, AINDA MAIS NA TERRA DOS BOZORENTOS..
Tony Ribeiro
Nova composição do Pleno do TCE com Luiz Carlos, Isaías, Joaquim, Teis, Neto, Willian e Henrique
O conselheiro Antonio Joaquim será o próximo presidente do TCE-MT.
Seguindo o rito e o acordo "costurado" entre os conselheiros, mesmo que quatro tenham sido afastados no âmbito da operação Tomada de Contas e já com três substitutos integrando o Pleno, Joaquim vai ser aclamado por unanimidade na eleição antecipada para junho do próximo ano.
E sua terceira posse na presidência se dará em 1º de janeiro de 2028, para dois anos de gestão. Já comandou o TCE nos biênios 2008/2009 e 2016/2017.
Hoje, a Mesa Diretora é presidida por Waldir Teis, então vice que passou a comandar o Tribunal com o afastamento e prisão preventiva de Sérgio Ricardo, na semana passada. Compõem agora o Pleno, além de Joaquim e Teis, o procurador-geral do MPC, William Brito Júnior, e os auditores substitutos de conselheiro Luiz Henrique Lima, Luiz Carlos Pereira e Isaías Lopes da Cunha.
Estou decepcionada com esse Tribunal de Contas.
Antonio Joaquim é uma das pessoas da vida pública mais proba. Trabalhador e honesto. Merece voltar a presidir o Tribunal de Contas
Outra operação breve !
Todos farinha do mesmo saco não vai mudar nada pode até piorar
Waldir Teiss é o que gosta de descer escada,por medo de elevador ,com um agente da polícia Federal atrás dele? Que depois rasgou um cheque ?......o cheiro anão é nada bom
Sem nhenhum desmérito ,mais o Conselheiro Campos Neto, seria a melhor opção para Presidir o TCE MT neste momento de crise e grandes conturbação, pois é o unico \"Ficha Limpa\" dos tres que restaram no TCE, pois tanto António Joaquim e Waldir Teiss, já foram afastados por suspeitas de atos ilicitos e possiveis práticas de corrupção por delação do Governador Silval Barbosa, e aceita pelo STF-MPF e o unico ainda \"sem manchaa\" é o Campos Neto.
Faissal Calil, deputado estadual reeleito pelo PL
Usando bastante as redes sociais para se comunicar com o eleitorado, o advogado Faissal Calil (PL) garantiu seu terceiro mandato de deputado estadual com 41.039, arrancando votos em 137 dos 142 municípios mato-grossenses.
A maior votação de Faissal, irmão da presidente da Câmara da Capital, Paula Calil, se deu em Cuiabá, com 17.141. Ele obteve mais de mil votos em outros três municípios: Alta Foresta (3.490), Várzea Grande (3.090) e Sapezal (1.356).
Só não contabilizou voto em cinco municípios: Araguaiana, Ponte Branca, Novo Santo Antônio, Araguainha e Ribeirãozinho.
Faissal já concorreu a cinco eleições e perdeu apenas uma. Foi na primeira tentativa de cargo eletivo, em 2010, quando se lançou a deputado estadual pelo PSB e chegou a 4.959 votos.
Em 2012, se elegeu vereador de Cuiabá, pelo PSB, com 3.592. Conquistou vaga na Assembleia Legislativa, em 2018, com 20.509, pelo PV. Se reelegeu no pleito de 2022, com 30.240, pelo Cidadania e, neste ano, assegurou o terceiro mandato de estadual com 41.039.
Desta vez, Faissal foi o 11º mais votado, ficando atrás de Alessandra Ferreira, Léo Bortolin, Doutor João José, Beto Dois a Um, Ulysses Moraes, Dilmar Dal Bosco, Samantha Íris, Gilberto Cattani, Lúdio Cabral e do campeão Max Russi.
Foi eleito pela esquerda em 2012, PSB, depois traiu o Prefeito Mauro Mendes e ajudou o APRENDIZ João Emanuel a ser Presidente da Câmara Municipal de Cuiabá. João foi Cassado e condenado depois. Este ano o Nobre parlamentar está envolvido no caso do Desembargador Dirceu (Venda de sentença). Mas é isso. Parque Atalaia rolou solto o faz me rir. Parabéns pelo seu desempenho, Excelência e Viva o Sol
Comprado
Ednilson Aguiar
Prefeito Cláudio Ferreira, de Rondonópolis
O prefeito rondonopolitano Cláudio Ferreira (PL) tem adotado uma postura diferente das dos demais colegas bolsonaristas que comandam municípios em Mato Grosso.
Ao invés de se prender a questões ideológicas, fomentando intrigas, com ataques ao Governo Lula, a opositores e à chamada esquerda e ao PT, Cláudio prefere a neutralidade e o pragmatismo. E, com isso, sua gestão tem colhido resultados, que são as entregas.
O prefeito lançou, por exemplo, a construção de 1.483 casas populares, no residencial Vida Rondonópolis, na região do Pedra 90, em parceria com os governos estadual e federal, cujos investimentos superam a R$ 320 milhões. As obras já começaram. As unidades serão entregues dentro de dois anos.
Empolgado, o prefeito bolsonarista, chamado de trator, promete construir 10 mil casas com essas parcerias. Além destas 1.483, outras mil unidades estão sendo feitas.
Não moro em Rondonopolis mas vejo o quanto a cidade mudou, o prefeito está fazendo a política de resultados e povo agradece! parabéns!
MÉRITO DO GOVERNADOR PIVETA.
Ele está certinho. É dessa direita que prioriza a praticidade, a eficácia e os resultados concretos que precisamos. Se Abílio não acordar pra vida e se atentar a isso não vai reeleger aqui.
Assessoria
O rondonopolitano Zé Medeiros, que deixa a Câmara para ocupar cadeira de senador
A região Sul (Grande Rondonópolis), que já teve 9 federais nas últimas cinco décadas, fica sem representatividade na Câmara pela primeira vez.
No pleito deste ano não elegeu ninguém.
Enquanto isso, a força política regional que emergiu das urnas consolida ainda mais a Baixada Cuiabana, com seis das oito cadeiras, a serem ocupadas, a partir de fevereiro, na nova legislatura, pelos coronéis Assis, Fernanda e Roveri, além de Fabinho Garcia, Rosa Neide e Virginia Mendes.
A bancada mato-grossense se completa com Juarez Costa (Nortão) e Thiago Boava (Médio-Norte).
Com 72 anos de emancipação politica, Rondonópolis, que hoje tem na Câmara Rodrigo da Zaeli, derrotado à reeleição, e Zé Medeiros, eleito senador, já teve como porta-vozes na Câmara Afro Stefanini, Percival Muniz, Augustinho de Freitas, Wellington Fagundes, Carlos Bezerra, Teté Bezerra, Adilton Sachetti e, hoje em final de mandato, Medeiros e Zaeli.
Tirando Rosa Neide e Barranco o resto e inuteis, nao servi para nada ,so atacam o governo e stf , mais tambem o povo matogrossense merece estipo de inutil doram ele que elegeram, por isso Cuiaba nao tem VLT, BRT , BUD eu la mais o que , pobre nao tem vez na direita so nao enxerga que e burro