Cuiabá, 20/09/2026

3 afundaram o PSL-MT em dívidas

Nemias Coelho

Vereador Wilson Kero-Kero, um dos ex-presidentes que, por ingerência, levou o PSL a perder fundo partidário

O PSL do presidente Jair Bolsonaro continua com fundo partidário bloqueado em Mato Grosso, acumulando dívidas de R$ 160 mil oriundas de três gestões, impedindo repasse de recursos para o diretório estadual, presidido hoje pelo federal Nelson Barbudo.

Sem o suporte financeiro a que teria direito, Barbudo não consegue, por exemplo, montar a sede do partido e nem atender uma série de outras demandas. Mesmo assim, o PSL é uma das legendas que mais tem crescido nos municípios. Conta hoje com 65 comissões provisórias formadas e com outras 47 em andamento.

Os problemas vêm desde 2003, anda sob a presidência de Emídio de Souza, foram transferidos para o vereador cuiabano Wilson Kero-Kero e, depois, para o ex-deputado federal Victório Galli. Deixaram o PSL à deriva.

Entre as ingerências sob responsabilidade do trio estão a não prestação de contas, falta de documentos e dívidas não pagas. Como em eleições passadas, o partido quase não elegia ninguém, os presidentes também pouco importavam em prestar contas a Justiça Eleitoral. As pendências só devem ser resolvidas junto ao TRE-MT dentro de 90 dias.