Cuiabá, 03/11/2026

As despesas robustas do Cuiabá no Brasileirão

Ao mesmo tempo que convive com a euforia e grande expectativa por elevar Mato Grosso à elite do futebol brasileiro 35 anos depois - o último foi o Operário-VG, em 86 -, o Cuiabá corre atrás de patrocinadores macro para conseguir sobreviver financeiramente.

As despesas são robustas. Somente a folha de pagamento chega a R$ 4 milhões mensais. O técnico Alberto Valentim, por exemplo, ganha R$ 270 mil. Para se manter na Série A, precisa chegar a um caixa de ao menos R$ 100 milhões. 

A maior patrocinadora do clube é a Agro Amazônia, com R$ 3 milhões, que serão pagos ao longo de 10 meses. Somam-se ao faturamento contratos com a Drebor e o Sicredi e com a Globo, pelo direito de transmissão televisiva do campeonato. E, por enquanto, não pode contar com bilheteria, já que o Brasileirão começa sem torcida nos estádios.