Cuiabá, 31/10/2026

Carta Capital analisa mudança no comando da CBF depois da saída tumultuada de Teixeira

     A revista Carta Capital, em circulação no Estado a partir desta semana, analisa a renúncia do “cartola” Ricardo Teixeira do comando da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) depois de mais de 20 anos e restando pouco mais de dois anos para a Copa do Mundo de 2014. Ele enfrentava conflitos com a direção da Federação Internacional de Futebol (Fifa) por atrasos nas obras preparativas para o evento. A relação era tão difícil que o secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke, chegou a declarar que os organizadores dos jogos brasileiros precisavam levar "um chute no traseiro".

     Carta Capital traz detalhes sobre o perfil do sucessor José Marin e relembra que, há 30 anos, ele administrou o governo paulista depois de Paulo Maluf, sendo o último gestor do Estado de São Paulo no regime militar. Apesar de ter extinto o órgão de repressão policial da Ditadura Militar, o DOPS, ele enfrentou denúncias de ações truculentas da Polícia Militar contra manifestações tidas por contrárias ao Governo.

     A revista também aborda a troca de lideranças da presidente Dilma no Congresso na tentativa de conter a insatisfação da base parlamentar, e expõe coleção particular da musa do impeachment, Thereza Collor.