Com 9 fracos, Rondonópolis não elegerá federal pela 1ª vez
Paulo José, derrotado a prefeito de Rondonópolis em 2024, agora vai a federal pelo PP
Segunda economia no ranking estadual e terceira em população, com quase 300 mil habitantes, Rondonópolis está sob risco de, pela primeira vez, não eleger deputado federal.
Os nove pré-candidatos de diferentes partidos colocados até agora não empolgam o eleitorado da região Sul. São considerados fracos do ponto de vista da densidade eleitoral. Ninguém se desponta.
Para ter alguma chance de conquistar uma das oito vagas à Câmara, o candidato, dependendo do partido e/ou da federação, precisará alcançar ao menos 40 mil votos, considerando que o quociente eleitoral será de 230 mil votos.
Os pré a federal de Rondonópolis são: o já federal Rodrigo da Zaeli (PL), que em 2022 teve votação pífia e virou titular com a renúncia do então deputado Abílio Brunini, a ex-primeira-dama do município Neuma Moraes (PV), os vereadores Wendell Girotto (PT) e Kalinka Meirelles (PL), o vice-prefeito Altemar Lopes (Podemos), o ex-presidente do Sanear e derrotado a prefeito em 2024, Paulo José (PP), o cabo PM Marcos Paulo (sem partido), o suplente de vereador Vinicius Santana (Novo) e o pastor Jerônimo Gomes (Psol).
Ex-federal de Rondonópolis
Cidade-pólo do Sul do Estado, Rondonópolis já elegeu oito federais nos últimos 50 anos, sendo eles Afro Stefanini, Percival Muniz, Augustinho de Freitas, Wellington Fagundes, Carlos Bezerra, Teté Bezerra, Adilton Sachetti e hoje Zé Medeiros, que vai concorrer ao Senado.