Cuiabá, 30/10/2026

Veja traz operação sobre crimes ambientais

  A operação Jurupari desencadeada pela Polícia Federal em Mato Gross é destaque de Veja. Lembra que "uma quadrilha que incluía funcionários da secretaria de Meio Ambiente derrubou ilegalmente ipês e jatobás em quantidade que daria para lotar 50 mil caminhões". A reportagem ressalta figuras que foram presas, como Janete Riva, assessores do governador Silval Barbosa e engenheiros florestais. Veja repercute ainda a declaração do procurador da República Mário Lúcio Avelar, que comandou as investigações. Ele aponta o deputado José Riva como um dos parlamentares que mais exercem influência política nas decisões da Sema.
 
    Para Veja, quando se trata de criar mecanismos de prevenção para evitar a derrubada das matas, o Estado de Mato Grosso leva 10 em criatividade e zero em honestidade. Enfatiza relato completo da operação que culminou em 91 mandados de prisão dos que classifica como quadrilheiros acusados de derrubar ilegalmente o equivalente a 1,5 milhão de metros cúbicos de madeira desde 2008.

    A maior revista do país faz propaganda de sua primeira edição interativa, com conteúdo para ler e ver e atividades na internet. O destaque da semana é o mundo do futebol. O goleiro Júlio César, da Seleção Brasileira, apresenta o mundo interativo de sensações da Copa da África do Sul. Entre os programas interativos, o leitor pode defender pênalti, simular sons de cornetas plásticas ou vestir os diversos uniformes históricos da Seleção.

   Ainda na edição está uma matéria sobre o comando da campanha do PT e a tentativa de evitar influência dos “aloprados” de 2006. Conforme a revista, o ex-prefeito Fernando Pimentel, coordenador da campanha de Dilma, desconfiou de grampos na casa da pré-candidata e então procurou por profissionais gabaritados para fazer varreduras ambientais e telefônicas. Veja aponta que foram contatados policiais, ex-agentes dos serviços de espionagem do governo e detetives particulares. Também teria sido montada uma megaestrutura, em uma casa alugada no Lago Sul por R$ 18 mil, onde trabalham dezenas de pessoas que podem ter sido acionadas para eliminar qualquer vestígio de ilegalidades.