Cuiabá, 03/11/2026

Ex-alunos da turma da 6ª série de 1996 do Médici se reencontram 23 anos depois

Arquivo Pessoal

 

Arquivo Pessoal

 

Não é fácil manter amizades da época do ensino fundamental. A vida passa, as pessoas seguem seus caminhos. Em Cuiabá, ex-alunos da turma da 6ª série H de 1996, da Escola Estadual Presidente Médici, quebrou essa regra. Eles ainda mantêm contato, com ajuda das redes sociais. Mas, na noite desta segunda (18),  marcaram um encontro presencial, na quadra da escola, para jogar futebol, conversar e matar a saudade.

O advogado e jornalista Rafael Costa Rocha, de 34 anos, comenta que era a primeira vez que ele e outros amigos retornavam para a Escola Médici em 23 anos. A vida deles, atualmente, é muito diferente de quando tinham entre 11 e 13 anos. Muitos estão formados, casados, separados ou com filhos. “A ideia era resgatar as memórias e valorizar nossa amizade. O fato de entrar na escola de novo...passa um filme na cabeça”, conta ao #rdnews.

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Além de uma partida amistosa de futsal entre amigos, eles andaram pela escola, passearam pelos corredores e viram as salas de aula. “Muita coisa mudou”, diz Rafael. “Mas é bom ver como o tempo passa e a amizade fica”.

Tida como mentora e idealizadora do grupo, a empresária Renata Assunção, 36, conta que nunca perdeu o contato com uma amiga da turma de 1996. Em 2013, as duas acharam outra amiga de longa data e daí surgiu a ideia de fazer um grupo no WhatsApp. Cada uma das três tinha contatos de outras pessoas da classe, que foram sendo compartilhados e adicionados em um grupo maior.

As redes sociais foram fundamentais na articulação da turma. No Facebook, principalmente, muitos foram encontrados. Em fevereiro de 2014, já estava ativo um grupo de conversa no Whats, que se mantém até hoje, com 25 participantes. Desde então, já foram feitos três encontros de amigos do Médici, 2017 e 2018.

Outros integrantes da classe foram sendo adicionados conforme encontros coincidentes promovidos pela casualidade da vida. Foi o que aconteceu com Rafael. Em 2015, ele passeava pelo shopping quando encontrou um amigo da turma, que lhe pegou o contato e o colocou no grupo da sala.

Embora raros, os encontros são momentos de muita emoção e alegria. “Teve gente que eu não via desde que saí da turma. Cada um tem uma história para a gente lembrar. Fiquei emocionada com todos. Revemos as memórias do passado, da sala de aula, dos professores, do diretor na época. A gente se reúne para lembrar”.

Galeria: ANTES E DEPOIS