Alto salário, luxo e sob tensão
João Carlos de Oliveira Santos (foto) deixa de vez, no próximo mês, o comando da FMF, entidade que representa o futebol profissional mato-grossense. Por mais de 20 anos, ele foi vice-presidente de Carlos Orione, que faleceu há cinco meses, e depois passou a tocar a Federação. João anda tenso. Sabe que o seu sucessor na FMF, empresário Aron Dresch, está determinado a fazer uma devassa nas contas da entidade. E, em meio à falta de transparência e manobras da era Orione e agora sob João Carlos, volta e meia surgem situações até então desconhecidas do público, inclusive dos desportistas. Sabe-se, por exemplo, que o presidente embolsa R$ 25 mil mensais de salário e ainda circula em carro de luxo de uma marca patrocinadora da CBF. Esses veículos são entregues aos presidentes de federações de futebol dos Estados.