Nova derrota e votos minguados
Aos 67 anos, o pecuarista, ex-deputado e ex-presidente da Assembleia Legislativa, Gilmar Fabris (foto), obteve neste ano a pior das suas três votações para estadual, fora os pleitos de 2018 e 2010, quando os votos ficaram "congelados" por causa da condição de ficha suja. Concorrendo pelo PSD, Fabris, que teve como coordenadores de campanha o ex-deputado Humberto Bosaipo e o filho deste Antonio Bosaipo, chegou a 15.541. Ficou na primeira-suplência da legenda pessedista, que garantiu uma vaga com a reeleição do deputado Wilson Santos. Em 2006, Fabris se elegeu com 20.057. Nas eleições de 2014 registrou votação similar: 20.082. Fabris já disputou seis eleições, incluindo a de deputado federal, em 2022, quando tamhém não se elegeu.