Cuiabá, 01/11/2026

Marco Túlio é aclamado presidente da Acrimat e promete unificar setor

Assessoria

Agenor Andrade, Amado Oliveira, Francisco de Manzi e presidente José Bernardes durante eleição

O empresário e pecuarista de Rondonópolis, Marco Túlio Duarte Soares, foi eleito, nesta manhã (16), o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat).

Ele assume a presidência da Associação em janeiro de 2017 e conduzirá a entidade pelos próximos três anos. “Formamos uma chapa forte e, com isso, temos a certeza que a classe estará bem representada, com vontade de fazer a diferença”.

O candidato, de chapa única, foi um dos primeiros a votar na sede da Aroeira Leilões, no sul do Estado.

Em entrevista ao #rdnews, ele afirma que o principal desafio frente à Associação será fortalecer e unificar ainda mais a entidade e setor como um todo, além de lutar por objetivos e novas conquistas dos pecuaristas de Mato Grosso.

Assessoria

José Bernardes ressalta que o trabalho nunca termina, por isso, sucessor tem uma grande missão

Dos 2,8 mil associados, 2,7 mil estavam aptos a votar, no entanto, boa parte não comparecereu às urnas. Segundo assessoria, o produtor não tem perfil de ir às urnas sem obrigatoriedade e se tratava de uma chapa de consenso e o produtor.

Na última eleição, na qual houve concorrência, cerca de 20% dos produtores aptos a votar compareceram. Outro fator que pode ter interferido no número de votantes, é o início do plantio da safra de soja 2016/2017, liberado nesta sexta (16).

O pecuarista José João Bernardes, que comandou a Acrimat nos últimos anos, por dois mandatos, afirma ter feito sua parte e segue confiante no trabalho que virá com a nova diretoria. “Que os outros possam continuar este trabalho, pois a gente nunca termina. Existem muitas coisas a serem feitas”. 

Bernardes explica que conduzir a Associação envolve um processo muito amplo, sendo necessário, neste momento, focar no aumento da representatividade, fazendo com que o pecuarista se sinta parte da entidade.

“Sem as pessoas não conseguimos avançar, então, temos que trazer os produtores pra perto de nós. Que eles sejam integrantes, partícipes de um grupo que defende seus interessses. Ele precisa entender e sentir inserido num processo social, econômico, político. E, estar ciente, que sua participação é fundamental para transmitir seu legado as gerações futuras”.