Coronel Fernanda e Faissal fazem ato e reúnem 2,5 mil pessoas em Cuiabá
Aos apoiadores, deputada destacou emendas e Faissal lembrou atuação contra cobrança sobre energia solar
A deputada federal Coronel Fernanda (PL) e o deputado estadual Faissal Calil (PL) reuniram apoiadores em Cuiabá na noite desta quarta-feira (30), na reta final da campanha eleitoral. Segundo a organização, mais de 2,5 mil pessoas participaram do encontro.
Divulgação/Assessoria
Nascida e criada na região do CPA, Fernanda destacou sua ligação com a Capital e os recursos destinados ao município durante o mandato na Câmara dos Deputados.
“Cuiabá é a minha casa. Foi aqui que eu nasci, cresci, construí minha história e conheço de perto a realidade das famílias. Poder voltar para a minha cidade e mostrar que nosso mandato trouxe resultados concretos é motivo de muito orgulho e também aumenta a nossa responsabilidade”, afirmou.
Segundo a parlamentar, as emendas destinadas à atual gestão da Prefeitura de Cuiabá somam R$ 36,1 milhões, principalmente para a saúde e a regularização fundiária.
Ao incluir os recursos direcionados a instituições e órgãos que atendem a população cuiabana, o total ultrapassa R$ 43,2 milhões. Desse montante, R$ 3 milhões foram destinados ao Hospital de Câncer de Mato Grosso.
“Eu não esqueço de onde vim. Sou do CPA, sou de Cuiabá e tenho compromisso com essa cidade. Política precisa entregar resultado. Nosso trabalho está nos recursos que chegaram, na saúde, na segurança e nas instituições que prestam serviço para quem mais precisa. Quero continuar trabalhando ainda mais pela nossa Capital”, declarou.
Faissal relembrou sua atuação contra a chamada “taxação do sol”, como ficou conhecida a cobrança de ICMS sobre a geração própria de energia solar. A discussão passou pela Assembleia Legislativa e pelo Judiciário e, em 2022, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso declarou a cobrança inconstitucional.
O deputado também destacou a mobilização contra a cobrança retroativa do imposto de consumidores que instalaram sistemas fotovoltaicos. A Assembleia ingressou com uma ação para impedir a exigência referente ao período de 2017 a 2021. Em março deste ano, o TJMT julgou o pedido procedente e barrou a cobrança retroativa.