Cuiabá, 29/09/2026

Pivetta promete 60 mil casas; Wellington foca na Segurança e Natasha sofre punição

Candidatos ao governo buscam cativar o eleitor por meio da propaganda gratuita

O governador e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), focou na área da habitação durante o programa exibido na noite desta segunda-feira (28). Já o senador Wellington Fagundes (PL) mirou na Segurança Pública, prometendo fortalecer a região de fronteira e o efetivo da Polícia Militar. Já a Doutora Natasha (PSD) teve sua propaganda gratuita suspensa por 1 dia, por decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT).

Pivetta ressaltou o apoio de Gisela Simona (UB), na condição de candidata a vice. Ele também apostou no prestígio do ex-governador e candidato ao Senado, Mauro Mendes (UB), alegando que ajudaram a contratar mais de 45 mil casas e agora, para mais 4 anos de governo, trabalham com metas de no mínimo 60 mil residências. O candidato à reeleição abordou o resultado das pesquisas eleitorais que o colocam em primeiro lugar.

Reprodução

Wellington criticou novamente a onda de incentivos fiscais para o que chamou de "grandões" de Mato Grosso, enquanto micros e pequenos empresários, bem como a população mais carente, não recebem uma redução da carga tributária. Ele também apontou a escalada do crime organizado como uma das falhas da gestão e prometeu fortalecer as forças de segurança e melhorar a fiscalização na fronteira. O candidato veiculou um pedido de voto do senador e presidenciável, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e do ex-astronauta e também senador, Marcos Pontes (PL-SP).

Reprodução

Natasha teve sua inserção suspensa pelo TRE-MT, por suspostas irregularidades após associar o governador Pivetta à uma reportagem exibida pelo Fantástico.

Reprodução

Sem tempo de TV

Rafael Millas (Missão), Mauricio Coelho (Mobiliza) e Laudicério Machado (Agir), todos concorrendo com chapa pura, não têm direito a tempo de TV e Rádio. Os partidos deles não preencheram os requisitos previsto na cláusula de barreira.

Horário eleitoral

Partidos, federações e coligações disputam o espaço na programação das emissoras para chegar aos mais de 158 milhões de eleitores em todo o país. A propaganda segue até 1º de outubro, às vésperas do 1º turno, e neste ano tem regras específicas para o uso de inteligência artificial (IA).