Cuiabá, 01/10/2026

Pivetta promete RGA e Wellington mira combate à corrupção nos consignados - veja vídeo

Propostas sobre turismo e obras na MT-251 também foram temas de 'embates' entre os candidatos

Rodinei Crescêncio/Rdnews

Otaviano Pivetta e Wellington Fagundes

O governador e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), prometeu durante o último debate da TV Vila Real, nesta quinta-feira (1), que vai dialogar com os servidores do estado sobre o Reajuste Geral Anual (RGA). Enquanto isso, Wellington Fagundes (PL), assevera que promoverá fiscalização dura no combate a possíveis casos do corrupção envolvendo os empréstimos consignados, apontando descontos ilegais de operadoras de crédito na folha de servidores.

No terceiro bloco, Pivetta pregou transparência sem fazer falsas promessas e garante que a sua candidata a vice, Gisela Simona (UB), terá carta branca para dialogar sobre o RGA. Bem como prometeu manter o estado no caminho da prosperidade, com oportunidades e um Estado eficiente.

Wellington perguntou quais ações Rafael Millas (Missão) faria para combater casos como do Banco Master em Mato Grosso. Assim, o liberal tomou uma invertida de Millas, que acusou o senador e presidenciável, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de estar "atolado" com Daniel Vorcaro. O senador frisou que, em 36 anos de vida pública, nunca foi condenado por nenhum crime e prometeu fazer um forte cerco contra corrupção no estado. Wellington, sem entrar no ataque de Millas, frisou apenas que responde por seu CPF.

Em dobradinha, a médica Natasha Slhessarenko (PSD) e Maurício Coelho (Mobiliza) criticaram o atual modelo de renúncia fiscal do Estado como estratégia para atrair empresas. A médica prometeu vetar estímulos a políticos ou parentes de políticos, enquanto Coelho, acusou a estratégia de incentivos apenas para engordar o lucro das empresas. Ela criticou Pivetta, que defendeu a legalidade das renúncias, inclusive para suas empresas.

O governador perguntou sobre a propostas para o turismo do estado, diante dos feitos da gestão, como pavimentação de estradas. Em resposta, Natasha tensionou novamente o discurso, apontando que o olhar da gestão não esteve nas pessoas, principalmente em Cuiabá e Várzea Grande. Ela ainda defendeu que a duplicação da MT-251, ligando a Capital a Chapada dos Guimarães só não ocorreu por projetos irregularidades, enquanto Pivetta culpa o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) pelo fato das obras não andarem.