Com centenas de participantes, Marcha para Jesus começa em Cuiabá; veja
Organizador do evento, o pastor Edilson Senna rebateu críticas pela presença de políticos no evento
Teve início, por volta das 15h20 deste sábado (20), a 29ª Marcha para Jesus em Cuiabá. Centenas de pessoas participam desta edição do evento, que é marcada pelo tempo ameno e sem o sol forte tão característico da Capital. A concentração do público ocorreu na Orla do Porto e a caminhada segue até a Arena Pantanal, onde haverá apresentações musicais e pregações voltadas ao público cristão.
João Aguiar/RDNews
Público caminha pelas ruas de Cuiabá até a chegada na Arena Pantanal
Segundo o pastor Edilson Senna, que preside o Conselho de Ministros Evangélicos Cristãos de Mato Grosso (Comec), responsável pela organização do evento, a expectativa é de grande participação popular e o objetivo é promover orações pela cidade, pelas autoridades e pela população. "A Marcha para Jesus é um ato profético pela cidade, para cura, para libertação, para abençoar a cidade, os comerciantes e todas as autoridades", afirmou minutos antes da caminhada ter início.
O evento vai contar com a presença do pré-candidato à presidência, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que já chegou no Aeroporto Marechal Rondon e está sendo conduzido até o evento. Entre os políticos mato-grossenses confirmados estão o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o ex-governador Mauro Mendes (União); os prefeitos de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL) e de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL); além do deputado federal José Medeiros (PL) e dos estaduais Júlio Campos (União) e Chico Guarnieri (PSDB).
Questionado sobre as críticas recorrentes de que a Marcha para Jesus estaria promovendo uma mistura entre religião e política, o pastor defendeu a aproximação, afirmando que a participação de agentes públicos em eventos religiosos é natural e que a atividade política faz parte da vida em sociedade. "Na verdade, a política é de todos nós. Todo mundo é cidadão, seja evangélico, católico ou de qualquer religião. Todo mundo tem direito de votar e de ser votado", disse.
O pastor também destacou que a organização pretende aproveitar o evento para orar pelas autoridades presentes, independentemente de filiação partidária ou cargo ocupado.