PF apreende 300 iphones avaliados em R$ 4 mi; posts deram start em investigação
Policia monitorou anúncios de vendas de aparelhos nas redes sociais
PF
Balanço preliminar aponta que a Polícia Federal apreendeu aos menos 300 celulares modelo iphone na Operação “Sign Off”, deflagrada na manhã desta quarta-feira (16) em Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul. Os aparelhos, segundo os investigadores, estão estimados no valor de R$ 4 milhões.
Houve o sequestro e apreensão de veículos de luxo. E uma pessoa foi presa em flagrante pela prática do crime de porte de arma de fogo. Os investigações prosseguirão com a análise dos materiais apreendidos e conclusão do Inquérito Policial.
Ao todo, 26 empresas foram alvos da ação policial. Os agentes explicaram que chegaram aos investigados por meio de postagens feitas pelos comerciantes dos eletrônicos como: celulares, ipads, caixas de som, videogames. Os alvos possuem casas em condomínios de alto padrão e veículos de luxo. Os nomes dos envolvidos não foram revelados.
PF
“Importante essa operação de combate à entrada irregular de mercadorias eletrônicas no território nacional. Isso foi realizado por meio de monitoramento nas redes sociais em que se descobriu uma organização criminosa responsável pela movimentação de R$ 120 milhões no último ano e meio”, disse o superintendente da Receita Federal da 1ª Região Fiscal, Antônio Henrique Lindemberg Baltazar.
A Operação foi deflagrada pela Polícia Federal com a Receita Federal. Ao todo, foram 50 mandados de busca e apreensão cumpridos em Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Alta Floresta, Rondonópolis/, Ribeirão Preto (SP) e Ponta Porã (MS).
O superintendente da Receita Federal ressaltou a importância de combate ao contrabando. De acordo com ele, essas ações criminosas trazem prejuízo ao sistema financeiro brasileiro
“Muitas vezes, se tem a percepção de que isso é um crime pequeno, um crime menor, mas trata-se de financiamento de grandes organizações criminosas. Isso não é um crime pequeno. É um crime que afeta toda a sociedade que movimenta e financia grandes organizações criminosas”, informou.