Cuiabá, 04/10/2026

Polícia identifica três suspeitos de participação em ataque a Confresa; veja

Dois deles morreram em confronto com as forças policiais e um foi preso; Polícia ainda faz buscas

Dois suspeitos de participar do ataque em Confresa (a 1.116 km de Cuiabá) que foram mortos em confronto com as Forças Policiais foram identificados como Raul Yuri de Jesus Rodrigues, de 28 anos, e D.R.F., de 46 anos. Raul é natural de Diadema (SP) e D.R.F., também de São Paulo. Um outro suspeito foi preso na última terça (11). Ele foi identificado como Paulo Sérgio Alberto de Lima, de 33 anos, natural de Goioerê (PR).

A suspeita é de que os suspeitos pertençam à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Paulo Sérgio possui passagens criminais. Não há confirmação se Raul ou D.R.F. havia cometido crimes anteriormente.

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Os nomes foram confirmados ao #rdnews pelo comandante-geral da Polícia Militar, Alexandre Mendes. Raul morreu nessa quarta (12) em confronto com o Comando de Operações de Divisas (COD) da Polícia Militar de Goiás, na região de Cocalinho (TO), que segue cercada por forças policiais. Já D.R.F. morreu segunda-feira (10) durante confronto em Canguçu, Tocantins, nas proximidades de Santa Terezinha.

Com os suspeitos foram apreendidos dois fuzis .50, um fuzil 7.62, 50 carregadores de fuzis, milhares de munições, oito coletes balísticos, três capacetes balísticos, materiais explosivos e detonadores, além de coturnos, luvas, joelheiras, cotoveleiras, balaclavas e mochilas.

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Paulo Sérgio Alberto de Lima foi preso, suspeito de participar de ataque em Confresa no último domingo (09)

A operação conta com apoio das forças policiais dos Estados de Tocantins, Goiás e Pará. Cerca de 80 policiais do Bope, GOE, GCCO e Ciopaer de Mato Grosso compõem a operação.

De acordo com o secretário de Estado de Segurança Pública, César Augusto Roveri, a Sesp reforça que atua contra os criminosos desde o início da ação e não irá recuar até que todos sejam localizados e presos. “Porque o Governo tem tolerância zero contra o crime organizado”, disse.

*Inicialmente, a reportagem divulgou que o nome do primeiro morto em confronto seria Rafael Ferreira Pinto, conforme informações repassadas pela Polícia Militar de Mato Grosso. No entanto, posteriormente, perícia feita em Tocantins comprovou que essa não era a identidade verdadeira do suspeito. Leia mais aqui.