Remoção de corpos de vítimas de queda de avião será demorado, diz PJC
Estado em que se encontra a aeronave dificulta trabalho; até o momento, 3 vítimas foram identificadas
O trabalho de remoção dos corpos das vítimas do acidente com uma aeronave de pequeno porte, ocorrido na manhã desta quinta-feira (15), em Apiacás (a 1.005 km de Cuiabá), será demorado por causa da dificuldade de resgate e do estado em que se encontra a aeronave, que foi totalmente incendiada. A informação foi confirmada pela delegada de Apiacás, Paula Meira Barbosa.
Informações preliminares coletadas pela Polícia Civil indicam que cinco pessoas estavam na aeronave de prefixo PS-AAS, que tinha oito lugares, sendo sete para passageiros, e foi fabricada em 2010. Até o momento, as vítimas fatais foram identificadas como Ademar de Oliveira de Júnior, gerente comercial; Arni Alberto Spiering, de 69 anos, empresário; e Helder de Souza, de 44 anos, o piloto. O avião estava registrado em nome de Arni Alberto.
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Segundo a Polícia Civil, equipes continuam no local levantando indícios do acidente e aguardam a chegada do Corpo de Bombeiros de Alta Floresta para auxiliar na retirada das vítimas dos destroços do avião. A Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec-MT) também atua no local.
De acordo com a delegada, não é possível ainda a identificação das demais vítimas em razão do estado em que se encontram os corpos e a confirmação oficial será feita apenas com os exames periciais. Após a remoção das vítimas do local do acidente, os corpos serão levados à unidade de medicina legal da Politec na cidade de Alta Floresta para os exames de perícia e identificação.