Cuiabá, 16/10/2026

Suspeito de contratar execução de advogado por R$ 40 mil é preso em MG

O homem é o terceiro suspeito envolvido na morte de Roberto Zampieri; pistola foi despachada para MT

Montagem

O terceiro suspeito envolvido na morte do advogado Roberto Zampieri, no início deste mês em Cuiabá, foi preso na manhã desta sexta-feira (22), em Minas Gerais. O investigado, Hedilerson Fialho Martins Barbosa, de 53 anos, seria quem contratou o executor pelo valor de R$ 40 mil.

A prisão foi realizada na região metropolitana de Belo Horizonte, sendo o investigado apontado como o provável intermediário do crime, responsável por contratar o serviço e entregar a arma de fogo para o executor. Após contratar o executor, o intermediário despachou uma pistola calibre 9 mm, registrada em seu nome, para Cuiabá, no dia 5 de dezembro, mesma data do crime.

O encontro entre o intermediário e o executor para entrega da arma ocorreu em um hotel, onde os dois ficaram hospedados.

O caso

Roberto Zampieri tinha 56 anos e foi assassinado na noite do dia 05 de dezembro, na frente de seu escritório localizado no bairro Bosque da Saúde, na Capital. A vítima estava dentro de uma picape Fiat Toro quando foi atingida pelo executor com diversos disparos de arma de fogo.

O executor foi preso na cidade de Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte (MG). O mandado de prisão de Antônio Gomes da Silva foi cumprido pela Delegacia de Homicídios da capital mineira em apoio à Polícia Civil de Mato Grosso, que investiga o crime ocorrido contra o advogado.

Já a mandante do crime foi presa na cidade de Patos de Minas, no sudeste mineiro. No momento da prisão, a investigada estava com uma pistola 9mm, do mesmo calibre que o utilizado no homicídio do advogado. Interrogada, a investigada negou as acusações, passou pela audiência de custódia e foi para uma unidade prisional de Patos de Minas.

As prisões do executor e da mandante foram decretadas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais da Comarca de Cuiabá, com base nas investigações conduzidas pela equipe da DHPP de Cuiabá e contam com apoio fundamental da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais.

Ainda não há definição sobre o encaminhamento dos investigados para  Mato Grosso.