Galeria: Copa em Cuiabá - 1º jogo BRASIL X SUÍÇA
Reportagem do
saiu às ruas de Cuiabá na tarde deste domingo (17) - estréia do Brasil na Copa - para acompanhar a movimentação nos principais points, onde torcedores assistiram o jogo da seleção contra a Suíça, que terminou 1 a 1.
Vigilante Elizangela Mello, 32 anos, foi com o marido, 3 filhos e a nora, para Orla do Porto, todos de verde e amarelo, para dar sorte à seleção. "Toda vida é assim, a gente assiste de uniforme, e vai dar Brasil", acredita.
Rodinei Crescencio
Elisângela, o marido, 3 filhos e a nora foram à Orla do Porto assistir à seleção brasileira no telão de um dos bares que se enfeitaram para Copa do Mundo
O eletrotécnico Vanderley Correia de Moraes, de 49 anos, também escolheu a Orla. Com a esposa, Cibele, 47, e amigos, afirma que não tem país melhor para morar que o Brasil.
Rodinei Crescencio
Vanderley acredita que a seleção brasileira merece ganhar porque o país é o melhor do mundo para se viver, apesar dos pesares. Torce com esposa e amigo
No Choppão lotado, a cuiabania vibrou muito quando a rede do adversário balançou antes dos 20 minutos. Gol de Philippe Coutinho.
Rodinei Crescencio
Muita comemoração na Praça Popular, no primeiro Gol, antes dos primeiros 20 minutos de disputa entre a seleção brasileira e Suíça na Copa da Rússia
Rodinei Crescencio
Mesa só de mulheres, devidamente vestidas de verde e amarelo, tomando um choppinho e torcendo para o Brasil. Destaque para o óculos de sol torcedora
Em frente ao Choppão, Jailson Alves, 41, vende camisa de futebol o ano todo e, em época de mundial, lucra mais. Nem tem ideia de quantas amarelinhas já vendeu só neste domingo por R$ 45. Segundo ele, é engraçado mas neste primeiro jogo vendeu mais do que no primeiro da Copa passada, realizada no Brasil.
Na Praça Popular, Sidnei Santana, 29 anos, contador, disse que a expectativa é que o Brasil seja hexa, pelos pés de Paulinho e Neymar, que novamente vai fazer a diferença nesta Copa. Segundo ele, o brasileiro é descrente de muita coisa, mas no nosso futebol a gente ainda acredita.
Rodinei Crescêncio
Muita gente com a camisa amarelinha (inclusive algumas tiradas do guarda-roupa de 2014), principalmente dos atacantes Neymar, a 10, e Gabriel Jesus, a 9
Na Getúlio Choperia, teve bolão e samba. Leandro Miranda, 31, analista judiciário, apostou em 5 a 1 para o Brasil. "Seleção brasileira começou retraída, mas depois foi tomando conta do jogo e veio o primeiro gol", comenta. Segundo ele, o pessoal ainda está meio sem graça, mas daqui para frente a torcida vai engrenar.
Rodinei Crescêncio
Leandro acompanhou os passes pelo telão da Getúlio. Animação começando a aumentar e tende a aumentar mais, segundo ele, se seleção fizer por merecer
Segundo gol da partida foi do adversário e saiu logo no início do segundo tempo. "O jogo poderia ser melhor. Suíça marcou um e meu palpite já caiu, que era 3 a zero", lamenta produtor de vídeo Vinicius Cabral, 26, no Malcom Pub, bar de moçada. Ele é fã de Neymar. "Menino Neymar mora em nosso coração, meu favorito".
Rodinei Crescêncio
Produtor de vídeo, Vinicius Cabral lamenta o segundo gol, no Malcom Pub, bar que escolheu para assistir o primeiro jogo, com amigos, na Capital
O garçon do bar, Júnior Alexandre, achou o jogo muito corrido. A seleção brasileira, para ele, estava muito individualista. O erro levou ao gol adversário. "Já a Suíça joga mais unida", opina.
Na praça da Mandioca, poucos torcedores. Exceto no Mandioca Pub, que arregimentou uma galera. A musicista Juliana Grisólia, 32, estava sofrendo vendo o jogo, enquanto não dava hora de começar a tocar no fechamento da festa. Na opinião dela, o Brasil jogou bem para caramba no primeiro tempo, mas, no segundo, provocou agonias.
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