Mato Grosso tem a segunda menor taxa de frequência escolar do país para jovens entre 15 e 17 anos, atingindo 80,1%. Esse percentual representa uma queda de 1,4% em relação ao Censo de 2010 e coloca o estado à frente apenas de Roraima, que registrou 78,8%.
Os dados são da amostra do Censo Demográfico 2022 – Educação – do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nessa quarta-feira (26). De acordo com a pesquisa, a taxa de frequência em 80,1% significa que, em 2022, aproximadamente 32,3 mil jovens mato-grossenses de 15 a 17 anos estavam fora da escola.
Na faixa etária de 6 a 14 anos, o número de crianças e adolescentes sem frequentar a escola chegou a 11,5 mil.
O levantamento também analisou a taxa de frequência escolar bruta para outras faixas etárias. Entre jovens de 18 a 24 anos, o índice foi de 25,7%, o quinto menor do país. Já para pessoas com 25 anos ou mais, a taxa caiu para 6,8%.
Disparidades raciais e nível de ensino
A pesquisa apontou diferenças significativas na frequência escolar entre grupos raciais. Crianças e jovens de cor ou raça branca e amarela tiveram os maiores índices de frequência escolar entre 4 e 14 anos, enquanto a população preta registrou a maior taxa para crianças de 0 a 3 anos. Já entre os jovens de 18 a 24 anos, as populações preta (23,6%) e parda (23,4%) apresentaram índices de frequência escolar bruta inferiores ao da população indígena (29,6%).
O estudo também revelou que, na faixa etária de 15 a 17 anos, 75,8% dos estudantes frequentavam o ensino médio, o que representa o quinto maior índice do país e está acima da média nacional de 72,3%. Outros 23% estavam matriculados no ensino fundamental, enquanto 1,2% já cursavam o ensino superior – essa última taxa também ocupando a quinta posição no ranking nacional.
Na faixa de 18 a 24 anos, 57,1% dos mato-grossenses que estavam na escola cursavam o ensino superior, superando a média nacional de 56,4%. Outros 35,1% estavam no ensino médio, enquanto 7,7% ainda cursavam o ensino fundamental.
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Rodasnepervil 28/02/2025
Essa é a turma da geração NEM-NEM, não estuda e nem trabalha e que são apoiadores do CV e PCC. São esses os eleitores do partido das trevas. O partido do tinhoso que quer implantar o comunismo bolivariano no Brasil.
Bolão 27/02/2025
Em terra de PATRIOGADOS livro é luxo, revólver é essencial e a ignorância é obrigatória!
Paulo 27/02/2025
Com um governador que não tem prioridade para escolas ,creche só pode dá nisso . Mauro Mentes e fascista e todo fascista não gosta de obras para pobre .
Deco 26/02/2025
Só lembrando que todo o ano governo redimensiona escola nome chique que significa fechamento de escola. Parabéns aos eleitores a responsabilidade disso também é de vocês que além de votarem errado ainda não cobram. Fora isso temos coisas nonsense como autistas nível 2 em sala sem acompanhamento de um CAD. Se procurar muito vai achar mais elefante nesse palheiro.
Kiko 26/02/2025
Se todos esses estivessem em sala de aula, a superlotação nas escolas seria muito maior que hoje. Na escola técnica de Cáceres que na verdade é escola da Seduc está com superlotação de 50% da capacidade da escola. Não tem alvará de funcionamento, mas tá tudo certo. Escola projetada para 400 alunos, está com 650. Parabéns.
5 comentários