A reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Marluce Souza e Silva, afirma que o déficit de servidores para atender a demanda atual dos cursos na instituição é de pelo menos 300 profissionais, sem contar a projeção de expansão do campi e da oferta de cursos.
Atualmente, a UFMT conta com cerca de 1.600 docentes e 1.200 servidores técnico-administrativos distribuídos nas quatro unidades da universidade. Para atender às necessidades dos cursos atuais, a reitora estima que será preciso abrir pelo menos 200 vagas para servidores técnico-administrativos e cerca de 100 vagas para servidores docentes.
"O que é necessário fazer é fortalecer o grupo, principalmente de técnicos administrativos, se estivermos visando a qualificação melhor dos cursos já existentes. Além disso, novos cursos demandam com urgência a abertura de vagas de docentes e técnicos", afirmou a reitora.
Atualmente, a UFMT possui campus em Cuiabá, Pontal do Araguaia, Barra do Garças e Sinop. A instituição está na fase de conclusão do campus de Várzea Grande, cujos cursos da Faculdade de Engenharia (Faeng) utilizam, provisoriamente, a estrutura física do campus de Cuiabá. Uma nova unidade no Nortão, em Lucas do Rio Verde, está sendo projetada, buscando atender às demandas educacionais da região. No início deste mês, o Ministério da Educação (MEC) confirmou parecer favorável à implantação da universidade no município.
Além disso, a reitora afirma que há demandas importantes de novos cursos, como da área da tecnologia e da odontologia, o que aumentará a necessidade de concursos. "Temos algumas demandas importantes, às vezes até aprovadas nos colegiados de curso. Nesse momento, todos os cursos que chegam até a reitoria, nós estamos convidando os proponentes para realizar uma conversa e verificar as possibilidades de abertura de concurso. Não havendo abertura de concurso, dificilmente a gente consegue viabilizar a aprovação dos cursos", esclarece.
Marluce também explica que com a conclusão das obras do Hospital Universitário Júlio Muller, que irá funcionar na divisa de Cuiabá e Santo Antônio do Leverger, a UFMT precisará de um concurso público para técnicos, médicos, enfermeiros, entre outros servidores.
Ainda não há previsão de um novo concurso, mas o diálogo deve ser feito nos próximos meses com o MEC.
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Lugger 10/02/2025
A verdade é que a ufmt está sucateada e os técnicos estão em debandada da instituição. Usam a universidade como trampolim para melhores cargos. Já os docentes encontram estrutura caindo aos pedaços, alunos entram despreparados e logo largam o curso, resultando em constantes aberturas de ingresso por transferência. Há cursos com mais vagas ociosas que discentes.
Joaquim Silva 10/02/2025
Acho que o novo concurso que ela falou é para novos campus, pois não poderia aproveitar aprovados de outros.
Kamilla 10/02/2025
Nomeia primeiro os que já estão aprovados
Jonatas 10/02/2025
Um absurdo isso e ainda tem gente pra ser chamada concurso anterior
Edivaldo Sousa 09/02/2025
Se bozonaro não tivesse sido frouxo e desse cartas brancas à Paula Guedes tudo estaria privatizado inclusive essa universidade de parasitas que ganham muito e nada fazem a sociedade. Só deve existir polícia e forcas armadas. O resto tem que ser privatizado.
5 comentários