Desde 2006
Romilson Dourado
Romilson Dourado é jornalista há mais de 20 anos. Escreve neste blog desde 2006. Formado em Letras e em Comunicação Social.
Foi professor. Trabalhou como repórter, editor e apresentador de TV. Neste Blog, acompanha e comenta os bastidores da política, com notícias exclusivas, e outros temas relevantes.
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Em 2012, Percival foi eleito prefeito com Salles vice; Taques deu apoio a Percival, Mauro e Pivetta
O prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz (PPS), candidato à reeleição, afirma que a coligação MT Muito Mais (PDT, PSB, PPS e PV) teve o seu último ato ao eleger o governador Pedro Taques (PSDB) ao governo, em 2014. Na ocasião, o bloco teve adesão de mais oito siglas. “Cumpriu seu papel e o tempo encarregou de esparramar (os partidos). Cada um segue o seu destino”, avalia o gestor ao #rdnews.
A história da coligação durou menos de seis anos. Os quatro partidos se uniram, em 2010, quando o então procurador da República Pedro Taques, pelo PDT, concorreu de forma vitoriosa o Senado. O ex-pedetista recebeu mais de 700 mil votos. Na oportunidade, Blairo Maggi também foi eleito.
Na oportunidade, a aliança lançou para o Governo a chapa encabeça por Mauro Mendes (PSB) e o vice Otaviano Pivetta, à época no PDT, hoje está no PSB. Entretanto, foram derrotados pelo então governador Silval Barbosa (PMDB). Percival, por sua vez, foi eleito deputado estadual.
Em 2012, os partidos voltaram a caminhar juntos na eleição municipal. O então senador Pedro Taques (PSDB) apoiou Mauro Mendes a prefeito de Cuiabá e Otaviano Pivetta em Lucas do Rio Verde. Percival deixou a Assembleia para concorrer à Prefeitura de Rondonópolis, também sob adesão de Taques. Todos conseguiram êxito.
A coligação começou a desintegrar quando Taques deixou o PDT e foi para o PSDB, que não faz parte da coligação. Mauro, alegando questões de foro íntimo, desistiu de disputar a reeleição e deve ficar fora do cenário político por pelo menos até 2018.
A aliança entre Percival e o governador foi quebrada, quando o partido decidiu romper com os populistas e lançar o vice-prefeito Rogério Salles para disputar contra o prefeito. As duras críticas de Percival à atual gestão de Taques também o afastaram do atual governo.
De todo modo, Percival garante que não guarda rancor em virtude da decisão do vice. Entretanto, explica que desde que as candidaturas foram postas, não o procurou para conversar. “O Salles tinha papel importante de ações em várias áreas. Mas agora está cuidando da campanha. Quando encontrá-lo vou pedir voto”, brinca.
Candidatos
Além de Percival e Salles, disputa a Prefeitura de Rondonópolis o deputado estadual Zé Carlos do Pátio (Solidariedade), que foi prefeito em 2008. Cassado em 2012, Pátio conseguiu anular o processo. O tucano assumiu a prefeitura entre 1994 e 1996. “Toda eleição é disputada. São três candidatos fortes. Vai haver muitas comparações das gestões”, avalia.
Percival, Salles e Pátio disputam a Prefeitura de Rondonópolis em 2016
Esse Nilo Ramos de Mendonça é uma figura Pedro Taques político "probo", mas apoia Lucimar em Várzea Grande, sem contar o contra-tempo na Seduc e as isenções fiscais para o agronegócio (que pode até não ser ilegal, mas é imoral e era uma prática atacada por Taques, quando era candidato).
O governo Taques é incompetente para administrar (greve geral, calote da RGS e corrupção na Seduc) e incompetente em suas alianças políticas. O grande exemplo foi a desistência de Mauro Mendes e a colocação de seu vice no PSD (tomou o partido do Riva e com isso jogou o PMDB nas mãos da família Riva e criou enfrentamento com o Bezerra - depois da votação do impeachment Taques será descartado por Temer). Percival Muniz se livra de ter um político desgastado e sem moral em seu palanque. Detalhe: Taques não terá o apoio do PSB à reeleição e agora perdeu o apoio do PPS.
Ainda bem que o sério e probo Governador Pedro Taques se livrou desse Percival Muniz, pois isso era um estorvo, um ponto negativo na em sua brilhante e profícua trajetória política. Apoiando o Dr. Rogério Salles, o Governador retomou seu caminho mais limpo, juntamente com o Adilton Sachetti.
O maior erro de Pedro Taques é confiar na capacidade política do PSDB como partido de forma isolada, afinal, mesmo sendo uma dos grandes partidos do Brasil, ele já perdeu no MT...
Joaoderondonopolis, se componha na sua insignificância e fale só por você, já que Rondonópolis é maior que o que seus pequenos olhos podem ver.
Rondonópolis vai reeleger quem fez mais: Percival Muniz!
Um erro político do governo. Aqui em Lucas o governo vai perder pro Piveta e, pelo o que ouvi, em Rondonópolis também. Em Cuiabá, o Mauro esperou um bom vice do governo até os 47 do segundo tempo. No fundo, é a velha fábula: entra no governo, fica paparicado por todos e esquece de quem de fato o alçou à política e construiu o projeto junto. Uma pena.
Em Lucas o governo lançou candidato contra o piveta
Aqui em Rondonópolis ninguém quer saber de Percival.
Desembargador José Luiz Lindote presidirá o TJ/MT a partir de janeiro do próximo ano
Sabe quanto o Poder Judiciário do Estado vai receber de duodécimo no decorrer de 2027?
Nada menos que R$ 3,79 bilhões, o que representa 51,5% do bolo orçamentário destinado aos Poderes, fora o Executivo, e 8,2% de todo o orçamento do Estado de Mato Grosso, que será de R$ 46,1 bilhões.
Nos últimos cinco anos, o duodécimo do Tribunal de Justiça, a ser presidido pelo desembargador José Luiz Lindote a partir de 1º de janeiro, cresceu 64,8%.
Em 2023 era de R$ 2,30 bilhões. Subiu para R$ 2,50 bilhões no ano seguinte; para R$ 2,83 bilhões em 2025; e para R$ 3,32 bilhões neste ano. A previsão para o exercício de 2027 é de R$ 3,79 bilhões.
A Justiça Estadual conta com 79 comarcas instaladas, com cerca de 250 juízes em atividade nas varas e juizados, quase 8,5 mil servidores e 39 cadeiras de desembargadores, gerando uma despesa de R$ 117 milhões por mês somente com a folha de pagamento de pessoal.
Senador Carlos Fávaro e a filha Rafaela Fávaro, candidatos derrotados nas urnas deste ano
O senador Carlos Fávaro não sentiu tanto a derrota à reeleição quanto à reprovação nas urnas da filha, jornalista Rafaela Fávaro, que concorreu à deputada estadual. Ainda busca explicações.
Presidente do PSD-MT e ex-ministro da Agricultura do Governo Lula, Fávaro criou todas as condições políticas e logísticas para fazer a filha deputada. O projeto começou em 2024, quando a indicou como vice-prefeita da chapa de Lúdio Cabral, que disputou e perdeu para Abílio Brunini no segundo turno.
Rafaela era apontada na chapa do PSD como possivelmente a mais votada, o que deixou em apuros, durante toda a campanha, outros concorrentes internos, como o deputado Wilson Santos e o ex-deputado Gilmar Fabris.
Por fim, o PSD só garantiu uma cadeira, com a reeleição de Wilson, que obteve 19.911 votos. Rafaela ficou na segunda-suplência com 9.787, atrás de Fabris, que registrou 15.541. A votação pífia da filha deixou o senador bastante abalado.
FEZ FOI É MUITO, QUE TRABALHO TEM POR MT? ACHA QUE É CHEGAR ASSIM E GANHAR, AINDA MAIS NA TERRA DOS BOZORENTOS..
Tony Ribeiro
Nova composição do Pleno do TCE com Luiz Carlos, Isaías, Joaquim, Teis, Neto, Willian e Henrique
O conselheiro Antonio Joaquim será o próximo presidente do TCE-MT.
Seguindo o rito e o acordo "costurado" entre os conselheiros, mesmo que quatro tenham sido afastados no âmbito da operação Tomada de Contas e já com três substitutos integrando o Pleno, Joaquim vai ser aclamado por unanimidade na eleição antecipada para junho do próximo ano.
E sua terceira posse na presidência se dará em 1º de janeiro de 2028, para dois anos de gestão. Já comandou o TCE nos biênios 2008/2009 e 2016/2017.
Hoje, a Mesa Diretora é presidida por Waldir Teis, então vice que passou a comandar o Tribunal com o afastamento e prisão preventiva de Sérgio Ricardo, na semana passada. Compõem agora o Pleno, além de Joaquim e Teis, o procurador-geral do MPC, William Brito Júnior, e os auditores substitutos de conselheiro Luiz Henrique Lima, Luiz Carlos Pereira e Isaías Lopes da Cunha.
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
Antonio Joaquim é uma das pessoas da vida pública mais proba. Trabalhador e honesto. Merece voltar a presidir o Tribunal de Contas
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Sem nhenhum desmérito ,mais o Conselheiro Campos Neto, seria a melhor opção para Presidir o TCE MT neste momento de crise e grandes conturbação, pois é o unico \"Ficha Limpa\" dos tres que restaram no TCE, pois tanto António Joaquim e Waldir Teiss, já foram afastados por suspeitas de atos ilicitos e possiveis práticas de corrupção por delação do Governador Silval Barbosa, e aceita pelo STF-MPF e o unico ainda \"sem manchaa\" é o Campos Neto.
Faissal Calil, deputado estadual reeleito pelo PL
Usando bastante as redes sociais para se comunicar com o eleitorado, o advogado Faissal Calil (PL) garantiu seu terceiro mandato de deputado estadual com 41.039, arrancando votos em 137 dos 142 municípios mato-grossenses.
A maior votação de Faissal, irmão da presidente da Câmara da Capital, Paula Calil, se deu em Cuiabá, com 17.141. Ele obteve mais de mil votos em outros três municípios: Alta Foresta (3.490), Várzea Grande (3.090) e Sapezal (1.356).
Só não contabilizou voto em cinco municípios: Araguaiana, Ponte Branca, Novo Santo Antônio, Araguainha e Ribeirãozinho.
Faissal já concorreu a cinco eleições e perdeu apenas uma. Foi na primeira tentativa de cargo eletivo, em 2010, quando se lançou a deputado estadual pelo PSB e chegou a 4.959 votos.
Em 2012, se elegeu vereador de Cuiabá, pelo PSB, com 3.592. Conquistou vaga na Assembleia Legislativa, em 2018, com 20.509, pelo PV. Se reelegeu no pleito de 2022, com 30.240, pelo Cidadania e, neste ano, assegurou o terceiro mandato de estadual com 41.039.
Desta vez, Faissal foi o 11º mais votado, ficando atrás de Alessandra Ferreira, Léo Bortolin, Doutor João José, Beto Dois a Um, Ulysses Moraes, Dilmar Dal Bosco, Samantha Íris, Gilberto Cattani, Lúdio Cabral e do campeão Max Russi.
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Ednilson Aguiar
Prefeito Cláudio Ferreira, de Rondonópolis
O prefeito rondonopolitano Cláudio Ferreira (PL) tem adotado uma postura diferente das dos demais colegas bolsonaristas que comandam municípios em Mato Grosso.
Ao invés de se prender a questões ideológicas, fomentando intrigas, com ataques ao Governo Lula, a opositores e à chamada esquerda e ao PT, Cláudio prefere a neutralidade e o pragmatismo. E, com isso, sua gestão tem colhido resultados, que são as entregas.
O prefeito lançou, por exemplo, a construção de 1.483 casas populares, no residencial Vida Rondonópolis, na região do Pedra 90, em parceria com os governos estadual e federal, cujos investimentos superam a R$ 320 milhões. As obras já começaram. As unidades serão entregues dentro de dois anos.
Empolgado, o prefeito bolsonarista, chamado de trator, promete construir 10 mil casas com essas parcerias. Além destas 1.483, outras mil unidades estão sendo feitas.
Não moro em Rondonopolis mas vejo o quanto a cidade mudou, o prefeito está fazendo a política de resultados e povo agradece! parabéns!
MÉRITO DO GOVERNADOR PIVETA.
Ele está certinho. É dessa direita que prioriza a praticidade, a eficácia e os resultados concretos que precisamos. Se Abílio não acordar pra vida e se atentar a isso não vai reeleger aqui.
Assessoria
O rondonopolitano Zé Medeiros, que deixa a Câmara para ocupar cadeira de senador
A região Sul (Grande Rondonópolis), que já teve 9 federais nas últimas cinco décadas, fica sem representatividade na Câmara pela primeira vez.
No pleito deste ano não elegeu ninguém.
Enquanto isso, a força política regional que emergiu das urnas consolida ainda mais a Baixada Cuiabana, com seis das oito cadeiras, a serem ocupadas, a partir de fevereiro, na nova legislatura, pelos coronéis Assis, Fernanda e Roveri, além de Fabinho Garcia, Rosa Neide e Virginia Mendes.
A bancada mato-grossense se completa com Juarez Costa (Nortão) e Thiago Boava (Médio-Norte).
Com 72 anos de emancipação politica, Rondonópolis, que hoje tem na Câmara Rodrigo da Zaeli, derrotado à reeleição, e Zé Medeiros, eleito senador, já teve como porta-vozes na Câmara Afro Stefanini, Percival Muniz, Augustinho de Freitas, Wellington Fagundes, Carlos Bezerra, Teté Bezerra, Adilton Sachetti e, hoje em final de mandato, Medeiros e Zaeli.
Tirando Rosa Neide e Barranco o resto e inuteis, nao servi para nada ,so atacam o governo e stf , mais tambem o povo matogrossense merece estipo de inutil doram ele que elegeram, por isso Cuiaba nao tem VLT, BRT , BUD eu la mais o que , pobre nao tem vez na direita so nao enxerga que e burro