O PT nacional está "despejando" dinheiro na campanha de Lúdio Cabral (foto) neste segundo turno em Cuiabá, assim como o PL em relação a seu candidato Abílio Brunini. O petista já arrecadou nada menos que R$ 10,6 milhões, sendo R$ 7,9 milhões (74%) repassados pela cúpula do fundão eleitoral. O limite de gastos permitido pela Justiça Eleitoral é de R$ 18,6 milhões, portanto, o montante arrecadado à campanha de Lúdio na briga pelo Palácio Alencastro já chegou a quase 60%. O PSD do ministro Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), que tem a filha Rafaela Fávaro de vice da chapa, contribuiu com R$ 2,4 milhões. A campanha de Abílio arrecadou R$ 10 milhões, sendo R$ 9,8 milhões oriundos do PL nacional.








Saco cheio 18/10/2024
9 dias para ir a urna e votar no médico Doutor Lúdio!
Maria 17/10/2024
O fundo eleitoral público garante um mínimo de igualdade no financiamento das campanhas. Se não houvesse, os q contam c as"amizades" milionárias e até bilionárias inflam as suas campanhas e os q não tem esses ricaços chupam dedo. Fica como Davi e Golias. Mesmo sendo o melhor candidato p o povo mas não tem recursos pra rodar a campanha. Isso é justo?
Anselmo 17/10/2024
Francis, todos aqui sabem que os que mais fotaram neste projeto foram os bolsonaristas. Você está querendo passar pano. Vai criar vergonha na cara, imbecil.
Francis 17/10/2024
O fundo eleitoral foi projeto de lei da esquerda, votado e aprovado por todos os parlamentares da esquerda. Alguém aí já se esqueceu disso? Mesmo assim os partidos de esquerda estão afundando no Brasil.
Citizenship 17/10/2024
O fundo eleitoral, ao assegurar acesso a recursos para campanhas sem financiamento de empresas, é um dos mais importantes mecanismos asseguradores de um sistema democrático de competição eleitoral. Infelizmente, entretanto, ainda permite doações dos próprios candidatos e de pessoas físicas que os apoiem, o que permite que aqueles que tenham acesso a empresários mais endinheirados eventualmente possam beneficiar-se desse tipo de contatos. O uso de dinheiro particular nas campanhas deve ser absolutamente erradicado, com a exclusividade do financiamento público, por meio do fundo eleitoral. Isso evitará, dentre outros males, emergências como a que aconteceu neste ano nas eleições da capital paulista, por exemplo, em que um pretenso "outsider" supostamente empresário caracterizado por sua agressividade e por mentirosos e fraudulentos argumentos de campanha estivesse concorrendo com chances de ir ao segundo turno. Com o fim dos financiamentos privados, a chance desse tipo de excrecência se reduzirá muito.
Nascimento 17/10/2024
Este fundo eleitoral, assim como as demais verbas para partidos devem serem extintas. Quem quiser que o faça com recursos próprios. O valor gasto com campanha eleitoral daria para melhorar e muito a saúde e educação no Brasil.
marco antonio moura 17/10/2024
O fundo partidário é fundamental para equidade nas disputas eleitorais. Pode ser questionado o volume de recursos, mas a extinção não. Seria um retrocesso ter na disputa apenas os mais ricos que poderia pagar pela campanha. É o que se quer muita gente que defende a presença de aventureiros na político, do tipo o estelionatário milhionário Marçal.
Cparecis 17/10/2024
vai dar Lúdio, contra o governador autoritário que proibiu a pesca! votaria em Abilolado nunca ainda mais que está com esse governador já ferrou Botelho agora vai afundar o abobado...
Dr. Valdemar Mendonça 16/10/2024
Um verdadeiro absurdo em um País onde literalmente tudo está por fazer. Em um País onde falta (saneamento básico, moradia, saúde, segurança, transporte, educação), partidos políticos receberem R$ 4,9 bilhões de Fundo Eleitoral para fazerem campanha política, isto é uma #vergonha. #DesenvolveBrasil #NãoAoFundoEleitoral #MudaBrasil
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