O retorno de Margareth Buzetti (foto) ao PP deixa a superfederação batizada de Federação União Progressista com três pré-candidaturas ao Senado em MT, sendo elas da própria Margareth, que substitui no Congresso o licenciado e ministro da Agricultura Carlos Fávaro, o também senador Jayme Campos e ainda o governador Mauro Mendes, que vai renunciar ao mandato daqui a sete meses. Sabe-se que a prioridade da superfederação será a campanha de Mauro a senador. A outra candidatura da coligação pode ser encabeçada por Margareth ou por Jayme ou até por nome de outra legenda, a depender das composições majoritárias. De todo modo, a senadora hoje não tem respaldo nem das principais lideranças regionais do seu PP, como Blairo Maggi, Cidinho e Eraí Maggi, para poder entrar no projeto de reeleição. No fritar dos ovos, Margareth propaga que concorrerá à senadora mais para se manter no debate, acreditando que possa lhe sobrar alguma suplência, como na eleição suplementar de 2020, quando entrou de companheira de chapa de Fávaro.








Alisson 21/08/2025
Quantos votos teve a buzzeta ? Nenhum simples !!! Quantos votos teve o Mauro Carvalho ? Nenhum !!! No passado Quantos votos teve o cidinho ? Nenhum !!! Ou seja todo senador que os tubarões do agro coloca ao senado é pra barganhar um ministério... MT virou moda isso... precisamos eleger pessoas para que cumpram seus mandatos... e não colocar os puxa sacos no lugar !!!
Professor 21/08/2025
Concordo com o Amarildo. Essa federação elegerá somente o Mauro Mendes. A outra vaga será do Pedro Taques ou José Medeiros.
Amarildo do posto Gonçalves 21/08/2025
Essa superfederação já nasce capenga: no fim, só vai sobrar para Mauro Mendes. A teimosia de Jayme Campos em querer ser candidato por birra é uma barca furada. A suplente de senadora de shopping Center, Margareth Buzetti, foi um fiasco um mandato pífio que não agregou nada e apenas serviu para o eleitor refletir melhor na hora de escolher senadores, evitando suplentes sem peso político. Jayme até trouxe emendas ao estado, mas demorou para se posicionar ao lado do povo. O resultado é claro: hoje lidera apenas em rejeição. O eleitorado não engoliu seu alinhamento com o governo Lula, muito menos o voto a favor do DPVAT, que aumentou ainda mais o desgaste de sua imagem.
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