Cuiabano de tchapa e cruz, criado no CPA II, o meia o meio-campista do Fluminense Lucas Calegari, de 20 anos, com praticamente 8 anos no clube e já profissionalizado, avalia a temporada 2022 como muito boa apesar da lesão que o tirou de campo nos últimos jogos do Brasileirão. E considera como ponto alto a assistência que deu para Germán Cano marcar o gol da vitória contra o Flamengo, na partida de ida da disputa do Cariocão, conquistado pelo Tricolor das Laranjeiras.
Rodinei Crescêncio

“Foi uma uma temporada boa. Começou com com o Carioca, que conseguimos o título. Fiquei muito feliz jogando a final, dando assistência na final. Foi um começo bem legal, depois tivemos uma eliminação precoce na Libertadores, só que a gente não deixou se abalar. Começamos o Brasileiro um pouco devagar, mas depois, com a chegada do Diniz [técnico Fernando Diniz] o conseguimos chegar bem na Copa do Brasil e disputamos o título do Brasileirão até o fim. Foi uma temporada boa e sonhamos com 2023 muito melhor”, avalia Calegari, em entrevista ao
.
Vindo da base de Xerém e alimentando a rivalidade desde o sub-13, Calegari admite que ganhar o título carioca em cima do Flamengo tem um gosto especial.
“Essa rivalidade existe desde a base. Então você vai criando carinho pelo Fluminense. No estádio, na rede social, você vê toda essa rivalidade das torcidas. Então, com certeza, título em cima do Flamengo tem um gosto muito melhor. Foi um ponto alto da temporada, com certeza”, completa.
Pela boa temporada em 2022, Calegari despertou a atenção de outros gigantes do futebol brasileiro. A imprensa esportiva gaúcha chegou a noticiar investida do Internacional sobre o atleta, mas ele nega.
"Não existe sondagem de nenhum clube, não chegou nada até mim. Estou focado no Fluminense, já começando me preparar aqui em Cuiabá para voltar na minha melhor forma. Na temporada 2023, temos o objetivo de disputar as competições para ganhar".
Nunca desistir
Ele também aconselha os meninos que sonham em seguir a carreira de jogador de futebol a não desistir do sonho. Ao
, Calegari disse que mesmo parecendo clichê, a persistência é a marca de todos que entraram no mundo do futebol e conseguiram se profissionalizar.
Galegari mesmo teve a chance da vida aos 12 anos, quando olheiros do Fluminense o descobriram quando jogava uma partida pela Associação Atlética Uirapuru de Cuiabá, que atua na formação de atletas. Antes de ser descoberto pelo time das laranjeiras, fez peneira no São Paulo, mas acabou sendo dispensado.
Rodinei Crescêncio

“Parece até clichê, mas o segredo é nunca desistir. A vida tem muitas reviravoltas e no futebol, tudo é muito rápido. Às vezes três, seis meses, podem mudar a sua vida totalmente como mudou a minha. No mundo inteiro tem diversos exemplos, então, acho que o caminho é se dedicar ao máximo, abrir mão das coisas que que não vão te levar a nada e nunca desistir. Persistir. Se é o seu sonho, com certeza o sacrifício vai valer a pena lá na frente”, disse.
Calegari fala com propriedade já que aos 12 anos foi para o Rio de Janeiro atrás do sonho de ser jogador profissional. Recém entrando na adolescência, foi longe da mãe e da avó que o criaram para morar com uma tia e perseguir o sonho que hoje está se concretizando.
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Cuiabano 12/12/2022
Muita calma nessa hora Juvena! Fala muito e joga pouco....Meia boca.
Íris Estheffannye 10/12/2022
Po nenhuma! Isso é mais um desses hemos petebas Tá aí o resultado do lulo Se levar uma queda vai chorar até o fim do campeonato
2 comentários