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RESCISÃO BILATERAL

Governo faz acordo com Consórcio BRT para conclusão de obras iniciadas

A empresa deve concluir, em até cinco meses, a obra do trecho da Avenida do CPA

Da Redação

O Governo de Mato Grosso e o Consórcio BRT chegaram a um acordo sobre a rescisão do contrato para as obras do BRT. Conforme as cláusulas contratuais, o consórcio deverá concluir os trabalhos no trecho entre a entrada do bairro CPA, até próximo ao CREA, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA).

Rodinei Crescêncio/Rdnews

Obras do BRT paralisadas - fevereiro de 2025

O acordo foi encaminhado ao Tribunal de Contas do Estado e ao Ministério Público pela Secretaria de Estado de Infraestrutura, nesta sexta-feira (07) de março, e será analisado pelas duas instituições.

“Esse acordo é importante pois colocamos um fim em uma possível disputa judicial que poderia atrapalhar a conclusão da obra. Trabalhamos sempre com o objetivo de garantir a conclusão do trecho, que já foi iniciado e, com isso, proporcionar a mobilidade no trânsito de toda a região. Agora, podemos avançar na contratação de novas empresas para terminar o BRT”, destacou o governador Mauro Mendes.

De acordo com o documento, o consórcio terá prazo de 150 dias, ou seja, cinco meses para concluir os trabalhos na Avenida do CPA.

Outra questão firmada no acordo se deve aos atrasos nas obras, decorrentes da proibição pela Prefeitura de Cuiabá das empresas fazerem o levantamento topográfico do trecho onde o BRT iria passar. A resistência gerou prejuízo, pois o consórcio já havia mobilizado canteiro de obra, contratação de pessoal, entre outros pontos.

 Na época, em 2023, quando a obra iria começar em Cuiabá, o então prefeito Emanuel Pinheiro dificultou a emissão do alvará para que fosse dado início à construção do modal. Uma batalha jurídica foi travada, até que a justiça e o Tribunal de Contas do Estado concederam a autorização devida.

Houve também a mobilização de canteiro para a obra do BRT nas Avenidas Filinto Muller e Couto Magalhães e a reconstrução do Terminal André Maggi, em Várzea Grande. Essas obras não ocorreram por um pedido dos empresários da região, Câmara de Vereadores e do prefeito da época Kalil Baract.

Para reequilíbrio econômico financeiro necessário por esses motivos, a Sinfra reconheceu o direito do consórcio de receber o valor de R$ 11,4 milhões, cujos prejuízos foram devidamente comprovados. Porém, se o prazo de cinco meses não for cumprido, os valores devidos não serão pagos. O acordo traz, no entanto, a obrigação pelo consórcio de destinar 80% deste valor para pagar os fornecedores locais, que prestaram serviço ao consórcio e não receberam.

Proibição

O consórcio ficará proibido de contratar com o Estado por um ano. Caso não cumpra o prazo estipulado, para concluir a obra em cinco meses, será executada uma multa no valor de R$ 54 milhões.

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Lucas 09/03/2025

Por favor, façam passarelas para pedestres, conectando as calçadas as estações do BRT, isso é uma Capital, é uma vergonha acreditar e esperar que carros e motociclistas vão sempre respeitem faixas de pedestre. Quantas mortes poderia ser evitadas, a cidade não pode ser feita só pra veiculos.

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Lazaro 08/03/2025

Manda eles arrumarem os muitos buracos da avenida da Feb por que o serviço foi péssimo, está horrível e também consertar as calçadas de lá. Bora Mauro, bora trabalhar homem! Que vergonha hein.

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Paulo 07/03/2025

Bla , bla ,bla não vai termina nada só vai enrola mais 5 meses aí a empresa entra na justiça e bloqueia tudo .

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Esperidião 07/03/2025

Eu bem falei que essa obra não ficaria pronta dentro do governo do Mauro Mendes. Espere e verás.

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4 comentários

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