A Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso (FEESP-MT), o Sindicato dos Servidores do Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat) e o Sindal, que representa os servidores da Assembleia Legislativa, uniram forças para cobrar a recomposição salarial dos servidores públicos dos Três Poderes. A presidente da FEESP-MT, Carmem Machado, afirma que os servidores estão empobrecidos e que a ideia é pressionar para que o Governo do Estado, enfim, abra uma mesa de negociação com as categorias.
“A gente precisa sentar e tentar negociar. Acreditamos que a complexidade de se pagar tudo de uma vez pode ser um fator relevante, algo que também compreendemos. O movimento não é intransigente; muito pelo contrário, é um movimento que nunca buscou confronto”, ressalta.
Os servidores cobram uma previsão para o pagamento do passivo de 19,52% da Revisão Geral Anual (RGA). O Executivo, por sua vez, não tem sinalizado que haja espaço orçamentário para abrir a negociação.
Nesta quarta-feira (14), deve ocorrer a votação da RGA relativa a 2025, que deve ser de 4,26%. “Nós estamos cansados, na verdade. Você vê o governo recebendo todos os patronais, artistas, personalidades sociais e culinárias, mas nunca vê o governo atendendo aquele que faz a roda girar, que são os servidores públicos.”
Carmem ressalta, entretanto, que, se não houver abertura de diálogo, os servidores poderão deflagrar uma greve geral, somando-se ao movimento liderado pelo Sinjusmat, que prevê a paralisação dos trabalhos a partir de 21 de janeiro. “Embora acreditemos que seja possível conversar antes de se chegar a uma solução trágica dessas [greve geral], não desconsideramos essa possibilidade.”
Dirigente diz que sindicatos também vão buscar auxílio da Assembleia e que será o momento de descobrir quem realmente apoia os servidores.
Greve do Judiciário
Os servidores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) prometem entrar em greve por tempo indeterminado a partir do dia 21 de janeiro, quando acaba o recesso forense e os prazos processuais serão retomados. A decisão foi motivada pelo veto do governador Mauro Mendes (União Brasil) ao reajuste salarial de 6,8%, proposto pelo presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira.
Outros pontos ligados à carreira, como adicional por tempo de serviço, regras do interstício e critérios das progressões de carreira horizontal e vertical, também estão na pauta de reivindicações. Zuquim, por sua vez, tem pedido a abertura de diálogo com os servidores e pede voto de confiança.
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JOAO 13/01/2026
pelo jeito voce nem concurso fez RUY, pois tem dificuldade de interpretação. Falei a respeito da lei que obriava o pagamento anual e não falei que era inconstitucional, inclusive o RGA tem previsão constitucional, mas o simples fato de haver previsão constitucional não OBRIGA o pagamento anual de recomposição. vai estudar ou aprender a interpretar seu asno.
Ruy 13/01/2026
O João abaixo evidentemente é um fake, porque evidentemente nenhum servidor público seria néscio a ponto de vomitar tantas asneiras. Deve ser mais um invejoso que não é capaz de passar num concurso público e não suporta que os outros consigam. RGA é direito constitucional, apedeuta!
alex r 12/01/2026
João tu é uma vergonha... Os caras estão atrás dos direitos deles ! Veja oq uanto o governador teve de reajuste nos últimos anos ... O quanto o fanfarrão gastou num parquinho pra ricos . um elefante branco!!!!
alexandre 12/01/2026
Servidores do executivo, não tem auxílio Unimed, alimentação, creche,livros,nem verba indenizatória.
Joao funcionario publico 12/01/2026
MT único estado do Brasil que segue o pagamento anual da aberracao chamada RGA. Nenhum Estado consegue acompanhar, na sua arrecadação, o crescimento dos índices inflacionários lembrem-se que lei criada propondo obrigatoriedade anual do RGA, foi julgada inconstitucional, porem é aplicada por costume, desde a tentativa do Pedro Taques em barrar o pagamento, sempre pensando no apoio dos funcionários públicos Com reforma tributária o MT vai sofrer com o fluxo de caixa e o MM tem ciência disso e, por prudência, vetou a matéria. MT possui o maior salário do pais em quase todos os cargos dos três poderes Ta na hora do funcionário publico ter a consciência e parar de pensar no próprio umbigo.
Wenis Silva 12/01/2026
Mauro Mendes já deixou claro que não precisa dos votos e do apoio dos servidores públicos, ele tem a ALMT, a Mídia e o Judiciário na coleira, logo está tranquilo e se considera intocável...
alexandre 12/01/2026
RGA 20% parcelado, é possivel, chega de desculpas e construção de arenas...precisamos de dinheiro, não de pão e circo...
7 comentários