A defesa do conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) Waldir Teis afirmou que a prisão dele, feita hoje (1º), é desnecessária. A razão é que o conselheiro prestou depoimento em 18 de junho à Polícia Federal e teria explicado a situação envolvendo os cheques.
Teis foi preso pela PF e encaminhado à sede do órgão. Ele está sendo ouvido novamente pelo delegado Wilson Rodrigues. Deve ser encaminhado para exame de corpo de delito e, depois, ao Centro de Custódia da Capital (CCC).
O Ministério Público Federal (MPF) e a PF afirmam que em 17 de junho, durante a deflagração da Operação Gerion, 16ª fase da Ararath, Waldir Teis teria descido correndo 16 andares de escada do edifício Maruanã, onde mantém escritório, e teria tentado descartar cheques enquanto procuradores e agentes cumpriam mandado de busca e apreensão determinado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O conselheiro foi à sede da PF no dia seguinte acompanhado do advogado Diógenes Curado e prestou esclarecimentos. De acordo o defensor, os cheques em questão pertenciam a um genro do conselheiro. A ação desesperada teria ocorrido porque “a família vem sofrendo muito desde o afastamento” de Waldir Teis do cargo de conselheiro e ele teria ficado “nervoso e desesperado por conta disso”. Os cheques não teriam relação com quaisquer ilícitos.
O pedido de prisão preventiva teria sido feito pela PF e pelo MPF antes do depoimento, em que explicou a situação dos cheques, segundo a defesa de Teis. O advogado informou que deve entrar com um habeas corpus para tentar reverter a decisão do ministro do STJ Raul Araújo.
Cheques de R$ 450 mil
O MPF e a PF filmaram a descida de Teis pelas escadas do edifício. Ele teria tentado jogar os cheques em uma lixeira do prédio. Segundo o MPF, só não houve prisão em flagrante porque o conselheiro do TCE-MT tem imunidade que restringe prisão quando se tratar de crime afiançável, semelhante ao que acontece com magistrados.
Os canhotos de cheques, que foram recuperados pela PF, somavam mais de R$ 450 mil. A investigação aponta que os documentos são de empresas ligadas à organização criminosa da qual o conselheiro faria parte. Teis nega.
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ZEZO AFONSO 06/07/2020
SE ESCLARECEU, POR QUE CORREU?
José Mt/Pa 05/07/2020
A Família dele sofre desde de o afastamento desse crápula, mais também não passa necessidade! Toda essa expertise desse cidadão , deve-se ao grande criador e do mesmo e aos anos de revelantes serviços prestados ao grupo empresarial do criador(ponto). Agora acho que com a interferência da MPF/PF(agentes sedentos para desmascarar esse crápula maior requintado e feliz) a verdade obscura que deixou na mão do Ex-garimpeiro de MT a transposição da canalice,cafagestada,e as mãos grandes que fizeram aos cofres de MT. Deus não perdoará vcs nunca! mais nunca mesmo! Essa será a sina de vcs e de vossas famílias , pois deixaram de fazer e escolas e hospitais para o povo de MT , hj somos últimos da fila em educação e pegos de surpresa por essa pandemia instalada, que nos mostrou a fr agilidade da saúde em nosso estado Em fim estamos cheios desses crápulas no município é outro exemplo, A SOLUÇÃO É NOSSO , OU SEJA AS URNAS! QUE ESSA PANDEMIA Q ESTAMOS PASSADO SEJA DE LEMBRANCAS PARA AS DECISOES NAS URNAS PARA F.....ÊRMOS ESSA CORJÁ DE CANALHAS CÍNICOS E DE CARA LISINHAS.... * ainda tem gente(1) q pontua negação nos comentários, ou é um beneficiado ou o proprio
Alcindo 02/07/2020
Havia esclarecido sobre o "cheque" e saiu descendo não sei quantas escadas sem necessidade? Conta outra, não me engana que eu não gosto.
Paulo Mattos 01/07/2020
Policial experimentado, ora aposentado, creio, Diógenes Curado brinca com a imaginação popular. Se os cheques não tem nada a ver em relação aos fatos criminosos em apuração, qual a motivação que levou o Conselheiro a descer correndo dezesseis andares de um edifício para jogá-los numa lata de lixo ? Se prestou depoimento anteriormente, e se os cheques não são relacionados aos crimes em apuração, porque não os nomeou em depoimento, salvaguardando os interesses daqueles que ele diz serem os legítimos proprietários dos cheques ? Ou ainda, se não são produtos de ilicitudes, qual a razão desse estranho procedimento ? Muito banal a explicação do dr. Curado.
Amaral antunes 01/07/2020
Vâmo vê o coro do conselheiro...passe o chicote nessa ladroagem do brazil...num país sério ja tava no paredão...use a camiseta verde amarela na cadeia conselheiro
Walter liz 01/07/2020
e cada historinha de advogado, o cara desce correndo, escondendo ,descartando etcc, se ja tinha esclarecido, não tinha problemas porque fugir e ter uma atitude dessa ? essa historia de desespero não cola, como diz no popular, debaixo do angu tem caroço
6 comentários