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Polícia Sexta-feira, 16 de Maio de 2025, 18:35 - A | A

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CASO KETLHYN VITÓRIA

PJC descarta tiro acidental e indicia médico por feminicídio e mais 6 crimes

A adolescente de 15 anos foi atingida por um disparo de arma de fogo na região da cabeça, no início deste mês

Cecília Nobre

O médico Bruno Felisberto do Nascimento Tomiello, de 29 anos, foi indiciado pela Polícia Civil por sete crimes pela morte de sua então namorada, Ketlhyn Vitória de Souza, de 15 anos. A adolescente foi atingida por um disparo de arma de fogo na região da cabeça, em Guarantã do Norte (a 709 km de Cuiabá), no início deste mês. 

Os crimes pelos quais o médico foi indiciado são:

  • Feminicídio;
  • Dano ao patrimônio público;
  • Porte ilegal de arma de fogo de uso restrito;
  • Disparo de arma de fogo;
  • Dirigir veículo sob a influência de álcool;
  • Entregar veículo automotor a pessoa não habilitada;
  • Servir bebida alcoólica a adolescente.

Reprodução

bruno e kethlyn

Ao , o delegado de Polícia Civil Wener Neves, afirmou que a investigação aponta indícios de diversas condutas criminosas praticadas pelo médico antes e depois da morte da adolescente. Com o montante das penas máximas, caso seja condenado, o médico poderá cumprir até 62 anos de prisão, em regime inicialmente fechado.

De acordo com a investigação, o médico adquiriu a arma de fogo usada no homicídio em 2022. Entre os meses de outubro e novembro de 2024, foi apresentado a Ketlhyn pela irmã dela. Em 03 de janeiro de 2025, iniciam uma união estável. Três meses depois, a adolescente chegou a ser levada pelo namorado ao hospital por conta de um sangramento no nariz. À época, foi atendida por ele próprio, que teria prescrito alguns medicamentos e afirmado que o sangramento não seria proveniente de qualquer agressão.

A investigação apurou ainda que, a arma foi adquirida de forma ilegal e que, uma semana antes à morte de Ketlhyn, o médico teria efetuado disparos a esmo com a arma, na cidade de Guarantã.

O caso

Na madrugada do dia 03 de maio, a adolescente Ketlhyn Vitória de Souza foi baleada na cabeça e levada, por Bruno, ao Hospital Nossa Senhora do Rosário. Na unidade médica, a equipe tentou reanimá-la por aproximadamente 40 minutos, mas Ketlhyn não resistiu e morreu. 

Ainda no hospital, Bruno teria danificado uma janela e uma porta do local, em meio a um abalo emocional, e posteriormente fugiu do local.

No dia 05 de maio, dois dias após o crime, o médico se entregou à Polícia Civil, acompanhado de seu advogado, alegando que o tiro teria sido acidental. 

Diante da repercussão do caso, o Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) instaurou uma sindicância para apurar a conduta ética do médico. A medida foi confirmada em 14 de maio pelo próprio Conselho, que afirmou acompanhar de perto o andamento da investigação criminal. (Com informações da assessoria da Polícia Civil)

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APOLINARIO GENTIL USKNOV 17/05/2025

TEM CRIPTOMOEDAS? SE TIVER JÁ JÁ VAI PROVAR QUE A ADOLESCENTE ERA MORREDORA E QUEM MATOU FOI O CRIADOR, ELE SO APERTOU O GATILHO COM ARMA NA NUCA, PARA NÃO ERRAR, NADA MAIS. AGUARDEM E VEREMOS CENAS DOS PROXIMOS CAPITULOS.

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marcos 17/05/2025

se teve coragem de matar a garota, tem que ter coragem pra assumir covarde.

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Jack Sheriphe 17/05/2025

O cara é um papa anjo. 15 anos mais velho que a menina. Agora a situação dele vai se complicar. Só lembrando que esse monstro será enquadrado na nova lei do anti-feminicidio. A pena é de 40 anos. Pra ter direito à progressão de pena ele terá que cumprir 55% da pena em regime fechado. Portanto é cana da grande para este assassino.

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3 comentários

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