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ECONOMIA Sexta-feira, 17 de Março de 2017, 18:31 - A | A

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Operação

Novacki vê denúncias apontadas na "Carne Fraca" como fatos isolados

Carlos Palmeira

Reprodução

Novacki

Novacki explica que vários profissionais do Mapa vão começar força tarefa em várias cidades do país na próxima segunda

O secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, afirmou que as irregularidades em relação aos problemas nos produtos de origem animal são “são fatos isolados” e que não há razões para pânico. A afirmação foi feita em durante coletiva transmitida via Facebook nesta sexta (17).

Novacki se referiu à Operação Carne Fraca que foi deflagrada nesta sexta pela Polícia Federal (PF). A operação apura o envolvimento de fiscais do Mapa em um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos. Foram cumpridos 309 mandados judiciais em seis estados e no Distrito Federal.

O secretário pontuou que as irregularidades apontadas até agora foram encontradas em carnes de aves da empresa BRF em Mineiros (GO) e nos embutidos – salsicha e mortadela – da empresa Pecin Agroindustrial, nas unidades de Jaraguá do Sul (SC) e Curitiba (PR). 

As unidades com problemas já estão interditadas. A produção nessas plantas foi paralisada e os lotes adulterados estão sendo recolhidos nos mercados. O secretário disse que, a princípio, somente o mercado interno recebeu os produtos com problemas. 

“A nossa equipe já está com as informações para delimitar o lote dos produtos. Tão logo seja possível. Quero evitar que haja um desconforto geral. Eu quero pontuar que esse problema não trará risco à vida da população brasileira. Não há razão para pânico”, esclareceu. 

Novacki explicou que vários profissionais da pasta irão começar uma força tarefa em várias cidades do país na próxima segunda. Cerca de 21 empresas são suspeitas de irregularidades na carne bovina e na ração animal.  

Mapa

Novacki pontua que 4 servidores de cargo de confiança foram exonerados e que vários outros procedimentos administrativos foram abertos. Todas as informações foram compartilhadas com o Ministério Público Federal (MPF) e com a Polícia Federal (PF).

O secretário disse que a pasta tem atuado contra esses desvios, mas que nem sempre é possível dificultar possíveis ações criminosas. “São 33 servidores que estiveram envolvidos em um universo de 11 mil, sendo que somente na área de inspeção são cerca de 2.300. A maioria [dos servidores da pasta] são profissionais de boa índole e preocupados com o futuro do país”, defendeu.

A Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão na sede do Mapa e dentre as ações bloqueou os logins e senhas dos profissionais apontados como suspeitos. O conteúdo dos seus emails serão repassados às autoridades. 

Mercado externo

Novacki lembra que, por enquanto, não há indício de que os produtos adulterados estejam no mercado externo e afirma que é preciso lembrar que o Brasil é um dos maiores exportadores do mundo.  Por causa disso, ele afirma que é preciso ter cuidado para não colocar em cheque o sistema comercial brasileiro como um todo. 

“A imagem do país é muito boa. Hoje a carne brasileira está em quase 150 países e isso mostra a qualidade do produto. Precisamos lembrar também que cada país tem um sistema de vigilância próprio, ou seja, nosso produto também é fiscalizado lá fora. E se tiver algum problema, o ministério será acionado”, disse. 

Denúncias

O secretário disse que o ministério conta com a ajuda da população brasileira que deve denunciar qualquer tipo de produto que esteja com aspecto de estragado, com mau cheiro ou fora da validade. 

“Qualquer produto comestível as pessoas precisam ficar atentas. Se o produto for perecível, o cuidado deve ser redobrado. Mas é importante lembrar também que nem sempre os problemas são na produção. Nós tivemos situações de frigoríficos que entregaram a carne que acabou ficando mal armazenada no mercado. Muitas vezes o sistema corre de forma natural, mas por erro de armazenagem chega à prateleira vencido”, disse.

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bobo bobo cheira cheira 19/03/2017

Imaginem os senhores um policial militar, que pouco serviu a sua própria corporação, falando da qualidade da carne colocada no mercado para consumo da população mundial. Como se diz no populesco: "É COISA DE LOUCO". Difícil acreditar no que vemos, mas, infelizmente é verdade. O pior é que usam o nome do Estado de Mato Grosso para se projetarem no cenário nacional, sem qualquer constrangimento, mesmo sabendo que não reúnem as qualidades técnicas exigíveis para a ocupação de cargo dessa natureza. Quem se acostumou com nomes como: Joaquim Murtinho, Filinto Muller, João Vislasboas, Roberto Campos e tantos outros mato-grossenses de projeção e de respeito no contexto da Nação se envergonha do momento vivido pela nossa sociedade. Enfim o que fazer? Como dizia o Mestre Hilário: "Quem não tem cachorro caça com gato." Este é o país que vai prá frente...

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benedita da silva 18/03/2017

Pois é o Ministro fala bobeiras e o secretário segue junto, dizer para confiar num sistema onde ha corrupção e este secretario dizer que é fato isolado? A entrevista deste secretario causa vergonha diante da verborréia sem base, tipo dá uma resposta logo, antes que a carne fraca fique fedendo mais!

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Sidney Rodrigues Faria 17/03/2017

É preocupante e revoltante tal fato e nos deixa indignados, principalmente por saber que trara-se de pessoas sem consciência, que p defender seus interesses colocam em risco vidas humanas!! Mas que acreditemos e confiemos nas autoridades competentes que estão tomando todas as providências cabíveis, conforme informação do nosso Secretário Executivo do Ministério da Agricultura(Mapa) É isso ai Secretário, com cerreza a maioria dos funcionários do Ministério são profissionais de boa índole e merecem nosso respeito!

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3 comentários

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