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Delação de Silval Sexta-feira, 25 de Agosto de 2017, 17:11 - A | A

Sexta-feira, 25 de Agosto de 2017, 17h:11 - A | A

11 deputados receberam mensalinho para garantir governabilidade a Silval confira

Jacques Gosch

Mário Okamura

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 Deputados e ex-parlamentares aceitaram propina para facilitar obras do governo Silval

O ex-chefe de Gabinete do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) Sílvio Corrêa gravou 11 deputados estaduais da legislatura anterior (2010-2014) recebendo propina, para garantir a governabilidade e manutenção do esquema de desvio de recursos públicos na execução do programa MT Integrado.

A informação consta no pedido de investigação apresentado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF) com base na delação premiada de Silval, homologada no último dia 9 pelo ministro Luiz Fux.

Além do prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PMDB), da prefeita de Juara Luciane Bezerra (PSB), do deputado federal Ezequiel Fonseca (PP), do deputado estadual Zé Domingos Fraga (PSD) e dos ex-estaduais Jota Barreto (PR) e Alexandre César (PT), que tiveram as imagens recebendo dinheiro exibidas pelo Jornal Nacional ontem (24), outros cinco também teriam sido gravados. São eles Luiz Marinho (PTB), Airton Português (PSD), Gilmar Fabris (PSD), Antônio Azambuja (PP) e Baiano Filho (PSDB).

Segundo a delação de Silval, a propina aos deputados estaduais se tornou rotineira durante a gestão. No âmbito do programa MT Integrado, que projetava levar pavimentação asfáltica para 44 cidades com investimento de R$ 1,5 bilhão, foi acertado que a cada medição realizada com empreiteiras, haveria retorno de percentual da parcela quitada.

Gilberto Leite

Emanuel Pinheiro

 Emanuel Pinheiro também foi filmado recebendo dinheiro no Paiaguás

“Essa propina serviria para custear o mensalinho ajustado com integrantes da Assembleia de Mato Grosso, no intuito de garantir a governabilidade do Estado e a manutenção do esquema”, diz trecho do relatório produzido por Janot.

Cada parlamentar receberia R$ 600 mil no esquema criminoso em 12 parcelas de R$ 50 mil. O pagamento era responsabilidade de Sílivo Corrêa, que gravou as transações. Somente Emanuel e Luciane se pronunciaram oficialmente sobre as gravações recebendo dinheiro. Os demais ainda não se manifestaram.

Emanuel alega que a imagem foi deturpada e que não se estenderia no comentário por orientação dos advogados. Já Luciane nega propina e justifica o recebimento de parte de dívida oriunda de negócio firmado com Silval.

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MOSSUETO 30/10/2018

KKKKKK, Está chegando a hora do acerto de contas, final de mandato, cidadão entrando 2019 sem guarda-chuvas da AL, pois não foi reeleito, ficando fácil o MM° juiz coloca-los atrás das grades para refrescar a moringa e não fazer mais mal a sociedade que tão bem sustentou os seus polpudos salários, que achavam uma micharia, agora assumam a safadeza praticada.

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Gilberto Siqueira 26/08/2017

Nunca na história deste estado vi tanta safadezas!!! Haja óleo de pérola. ..

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Ivana 26/08/2017

Deputados cobrando propina em Mato Grosso? Não há novidade nesse fato. O pessoal da velha guarda que o diga!

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Davi 25/08/2017

Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

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melcia 25/08/2017

Esqueceram do nome do sombrancelha de taturana. Então são 11 e nao 10.

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Moisés 25/08/2017

Deixem de hipocrisia, esse fato existe há quase 40 anos. A prática é bem conhecida, só a mídia que recebe por fora não sabe disso. Inocentes!

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alexandre 25/08/2017

base do atual governo..

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7 comentários

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