Cuiabá, 31/10/2026

Secretário da Secopa vira saco de pancada

Fernando Ordakowski

Maurício Guimarães, da Secopa, acumula problemas administrativos demais e insiste na tese de que o governo Silval deixará legado à Região Metropolitana

O secretário com a missão de executar as obras da Copa em nome do governo Silval, Maurício Guimarães, se transformou num saco de pancada. Convive com inúmeros problemas, como projetos e cronogramas de execução atrasados, pendências acumuladas de pagamento a empreiteiras, serviços mal feitos e embaraços políticos e jurídicos. De quebra, o período chuvoso impede o avanço de frentes de trabalho. São acúmulos de situações negativas que puxam para baixo o conceito da administração estadual. O governo propaga que poderia se comprometer com 5 obras, o que já seria suficiente para atender a Matriz de Responsabilidade imposta pela Fifa e CBF para Cuiabá ser uma das 12 sedes do Mundial de futebol, mas, instigado pela coragem e audácia, lançou 56 obras. O problema agora é concluí-las. Já se foram mais de R$ 3 bilhões de investimentos nesses projetos, parte deles tomados em financiamentos a longo prazo, entre eles o complexo da Arena Pantanal, o VLT, viadutos, trincheiras, ruas e avenidas pavimentadas. Silval assegura que deixará legado para a Região Metropolitana, construindo grandes obras em menos de 3 anos e que levariam 4 décadas para receber essas transformações na infraestrutura urbana não fosse o efeito-Copa e a sua decisão em ampliar os investimentos.