Cuiabá, 06/11/2026

Ex-namorado é condenado a 20 anos de prisão e o executor pega 18 anos

Tribunal do Júri retoma na manhã de hoje (19) o julgamento do caso Maiana Mariano, assassinada em 2011. As defesas dos réus são as primeiras a falar. São julgados o empresário Rogério da Silva Amorim, 41, apontado como mandante e que, à época, era namorado de Maiana; o vigilante Paulo Ferreira Martins, 43, que teria sido contratado para executar a adolescente; e Carlos Alexandre da Silva, supostamente contratado por Paulo para auxiliar no assassinato. 

Durante os depoimentos dos réus houve reviravolta na versão do caso. Paulo garantiu que Rogério não mandou matar a ex-namorada. Disse que envolveu o nome de Rogério no crime visando que o ex-namorado pagasse um advogado. "Inventei uma história da minha cabeça, eu não queria ser preso" - saiba como foi aqui.

Ontem o Ministério Público foi o último a falar na audiência que começou às 8h, se estendendo noite adentro. Para O MP, Rogério contratou Paulo por R$ 5 mil para matar a adolescente. Conforme a denúncia, esse acusado propôs que o terceiro réu, Carlos, o ajudasse a cometer o crime, pela quantia de R$ 2,5 mil. Após a mudança na versão, inclusive, Paulo deixou o Tribunal do Júri preso sob acusação de roubo.

 A expectativa é que o desfecho seja conhecido nesta quarta.