Cuiabá, 03/10/2026

Governo enterra de vez o VLT

O VLT vai mesmo morrer sem nunca ter nascido. O Palácio Paiaguás decidiu que não retoma as obras, pois teria que investir mais R$ 1 bilhão, mesmo valor já consumido no projeto, e a manutenção anual chegaria a R$ 50 milhões. Além da problemática financeira de um governo que reclama falta de recursos para investimentos, ainda existe confusão jurídica, um nó muito dificil de desatar. Há três ações na Justiça estadual e federal. Para reiniciar as obras, é preciso resolver antes essas pendências. O contrato com o Consórcio foi rescindido depois da descoberta de prática de corrupção confessada pelo ex-governador e delator Silval Barbosa. Pelo visto, Cuiabá e Várzea Grande terá de se contentar com o modal BRT.