Wellington garante buscar união, mas lembra: Política aceita traição, mas não aceita o traidor - veja vídeo
Candidato ao governo ressalta ter o apoio de Flávio Bolsonaro e que os dois vão trabalhar juntos se eleitos
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Candidato ao Governo, Wellington Fagundes (PL) garante que segue paciente diante de divergências internas e da missão, dada pelo presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), de unir a direita em Mato Grosso. Por outro lado, o liberal faz questão de lembrar que construiu toda a sua vida política, durante 40 anos, dentro do PL.
“Eu respeito o meu partido, fidelidade e lealdade acima de tudo. Uma coisa que eu falo: a política até aceita traição, mas não aceita o traidor”, afirma, ao ser questionado sobre a postura da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), que tem participado ativamente da campanha do principal adversário de Wellington, o governador Otaviano Pivetta.
Perguntado se se sente traído por Flávia e outros prefeitos dissidentes, como Sérgio Machnic (Primavera do Leste) e Cláudio Ferreira (Rondonópolis), Wellington desconversa e ressalta que apenas fez menção a uma máxima da política. “Se alguém se sentir traidor, vista a carapuça”, dispara.
Wellington ressalta ter o apoio de Flávio Bolsonaro e que os dois vão trabalhar juntos se eleitos. Sobre divergências com o candidato ao Senado José Medeiros, Wellington afirma que aprendeu desde criança a ouvir muito e não tomar decisões no calor das emoções. Nessa linha, ressalta que se mantém fiel ao PL, pedindo votos para Flávio, Medeiros e também para Janaina Riva (MDB), partido com o qual o PL se coligou. Além das duas legendas, coligação conta ainda com Novo, Solidariedade e PRD.
“Tem que pedir voto para todos. O Flávio me falou: Wellington, vá com essa missão, nós temos que unir a direita para fortalecer a direita e, claro, o PL muito mais forte para dar condições para ele fazer um bom governo, para que eu também tenha aqui a maioria dos deputados, para que eu tenha a maioria dos deputados, tanto federais como estaduais, para nos ajudar aqui no Mato Grosso. Esse é o nosso projeto: eleger aqueles que estão coligados conosco. É isso”, finaliza.