TCE prevê convocar 3 substitutos após afastamento de 4 conselheiros
Waldir Teis assumirá comando do Pleno, que terá uma cadeira vaga; sessões serão retomadas em 10 de novembro
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Os conselheiros Luiz Henrique Lima, Isaias Lopes e Luiz Carlos Pereira
Os conselheiros substitutos Luiz Henrique Lima, Isaias Lopes e Luiz Carlos Pereira devem ser convocados para o Pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) após o afastamento cautelar de quatro titulares na Operação Tomada de Contas, que investiga um suposto esquema de propina na Corte. Foram afastados Sérgio Ricardo, José Carlos Novelli, Alisson Alencar e Guilherme Maluf. Sérgio Ricardo, presidente do tribunal, também foi preso preventivamente.
Diante dos afastamentos, o conselheiro Waldir Teis assumirá o comando do Pleno, que ficará com uma das cadeiras vagas até a eventual convocação dos substitutos. A medida depende de ato administrativo de Teis e deve ocorrer apenas na próxima semana, caso os titulares não possam retornar aos cargos.
O TCE cancelou a sessão prevista para a próxima terça-feira (03) para reorganizar a estrutura administrativa da Corte. Com isso, os trabalhos do Pleno serão retomados somente em 10 de novembro.
Em nota, o TCE informou que adotará as providências necessárias para cumprir as determinações do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
"A instituição assegura aos servidores, aos órgãos públicos jurisdicionados e à sociedade mato-grossense o compromisso com a normalidade administrativa, a continuidade dos trabalhos e a regularidade das atividades institucionais", afirmou a Corte.
Outro lado
O advogado Fernando Márcio Vareiro, que integra a defesa de Sérgio Ricardo, informou ao #rdnews que os advogados ainda buscam acesso ao conteúdo completo da investigação da Operação Tomada de Contas e, por isso, não têm posicionamento oficial sobre o caso. Segundo ele, o advogado Saulo Gahyva ficará à frente da defesa do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT).
Responsável pela defesa de Grhegory Paiva Pires Moreira Maia, o advogado Vinicius Segatto também afirmou que precisa conhecer o teor da investigação antes de se manifestar.
As defesas dos demais alvos também foram procuradas, mas não responderam até o fechamento da matéria. O espaço segue aberto para manifestações.