Vereador diz que Santos ficou chupando dedo
(Às 10h54) - Relatora, Serys discute LDO em Cuiabá
A vereadora Enelinda Scala (PT) disse que a senadora Serys Marli (PT) vai abrir, em Cuiabá, a discussão sobre a Lei de Diretrizes Orçamentária, que norteará o Orçamento Geral da União. A parlamentar é a relatora da LDO. O debate acontece na quinta (8), às 14h, na Assembléia Legislativa. "Recebi uma ligação do Senado e quero convidar a todos para participar da discussão da LDO do Brasil, da qual a senadora Serys é a relatora", conta.
Serys é a primeira mulher a ser relatora da LDO, que serve para orientar a elaboração dos orçamentos fiscal e da seguridade social e de investimento das empresas estatais. Busca sintonizar o OGU-2009 com as diretrizes, objetivos e metas da administração pública, estabelecidas no PPA.
(Às 12h) - Vereador cobra vigor da PM na Capital
Deucimar Silva (PP) disse, da tribuna, que a Polícia Militar não deve atuar com veemência apenas em Rondonópolis, como ocorreu durante o jogo entre Mixto e União, mas também em Cuiabá. "Temos que torcer para que a PM faça o mesmo trabalho aqui em Cuiabá", cobra o vereador. Ele elogiou ainda a a atitude do presidente do Mixto, vereador licenciado Júlio Pinheiro (PTB), para quem foi corajoso. "Ele assumiu um time de futebol e isso não para qualquer um. Se não fosse ele (Júlio), o Mixto jamais seria campeão".
(Às 12h45) - Vereador diz que não fala bobagens na tribuna
O vereador Luiz Poção (PP) está indignado com a declaração do secretário municipal de Habitação, João Vieira, que acusou alguns vereadores de usar a tribuna para falar “bobagem”. Na tribuna, rebateu as criticas de Vieira. “Bobagens a gente diz de vez em quando, mas não estou usando a tribuna para falar bobagens, estou com os contratos na mão e houve atraso de mais de um ano nas obras”, rebate o progressista, ao lembrar que só recorreu à justiça para conseguir a documentação porque foi a única forma de ter acesso a cópia do contrato solicitado por ele, junto ao órgão.
Poção conta que desde o ano passado enviou ofícios à secretaria solicitando cópia do contrato entre a Agência Municipal de Habitação e a construtora IP, responsável por realizar as obras do Residencial Milton Figueredo, inaugurado na semana passada. Com o contrato em mão, assinado em 2006, o vereador alega que a obra deveria ter sido concluída em 2007, já que no documento consta a informação de que o prazo para conclusão seria de 12 meses.
Além do atraso, outra irregularidade seria o número de casas populares construídas. A princípio seriam feitas 298 unidades habitacionais, só que somente 266 foram entregues. “Não estou questionando nem o número de casa, isso foi algo que surgiu depois, questiono a omissão por não querer entregar os documentos”, afirma.
(Às 12h53) - Vereadores discutem interdição da Santa Casa
Os vereadores Domingos Sávio (PMDB), Luiz Marinho (DEM) e Permínio Pinto (PSDB) travaram embate durante a sessão sobre a interdição da Santa Casa. O peemedebista disse que o fato ocorreu por rixa pessoal, fazendo alusão à briga entre o diretor do hospital, Luís Felipe Sabóia, e o secretário municipal de Saúde, Luiz Soares. Ele ainda cobrou uma ação da Vigilância no Pronto Socorro de Cuiabá, que, na sua avaliação, está em condições muito piores que a Santa Casa. “É calamitosa a situação do Pronto Socorro, onde tem pessoas que ficam sentadas no chão. Por que não interdita o Pronto Socorro? Não podemos admitir que por questões particulares pessoas deixem de ser operadas. A Santa Casa teve que deixar de atender pacientes com cirurgias marcadas”, questiona. O parlamentar disse também que o risco de contaminação no Pronto Socorro é muito maior do que na Santa Casa e solicitou que a comissão de Saúde e Educação da Câmara faça uma vistoria nos hospitais e acompanhe de perto a situação.
Já o vereador Luiz Marinho diz que é preciso avaliar quais foram as irregularidades constatadas na Santa Casa para, depois, questionar se houve rixa. “Conforme foi informado, o problema existe e foi detectado na lavanderia, que funcionava de forma irregular”, alega.
Permínio informou que o prefeito Wilson Santos já se reuniu com Luiz Soares e Sabóia e solicitou uma análise do departamento nacional de auditoria do SUS para verificar se houve atraso no repasse da secretaria Municipal de Saúde. “Se for constatado o atraso, o prefeito garantiu que dentro de 10 dias estará enviando o recurso”. Segundo o diretor da Santa Casa, o repasse é de R$ 1,7 milhão, referente a dezembro do ano passado, além dos recursos para a manutenção da UTI.