Desde 2006
Romilson Dourado
Romilson Dourado é jornalista há mais de 20 anos. Escreve neste blog desde 2006. Formado em Letras e em Comunicação Social.
Foi professor. Trabalhou como repórter, editor e apresentador de TV. Neste Blog, acompanha e comenta os bastidores da política, com notícias exclusivas, e outros temas relevantes.
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Num novo troca-troca, o deputado federal Valtenir Pereira se filia nos próximos dias ao MDB, onde esteve filiado até o final do primeiro semestre do ano passado. Essa será a sétima vez, desde que entrou na vida pública, que Valtenir muda de partido. A falta de fidelidade do parlamentar tem lhe imposto desgaste político e a imagem de pessoa "pouco confiável".
Gilberto Leite/Rdnews
Deputado federal Valtenir Pereira assumiu comando do PSB sob polêmica e volta ao MDB em articulação pró-Temer
Desta vez, ele tende a deixar o PSB no "altar", mas pretende continuar tendo vez e voz na sigla socialista. A estratégia, com a benção do presidente do MDB Carlos Bezerra, é entregar o PSB nas mãos de uma pessoa de confiança, que mantenha a legenda no grupo oposicionista.
Valtenir, que assumiu a presidência estadual do PSB sob intensa polêmica com os parlamentares que já estavam na sigla, volta ao MDB em articulação que atende aos interesses do Palácio do Planalto, que pretende contabilizar o voto do parlamentar mato-grossense entre os 308 necessários para aprovação da reforma da Previdência e enfrenta a barreira do fechamento de questão contra da sigla socialista.
O retorno de Valtenir ao MDB conta com aval de Bezerra, que é próximo do presidente da República Michel Temer (MDB). O cacique, inclusive, tratou do assunto em reunião com a cúpula. O #rdnews apurou que o deputado estadual Allan Kardec, em vias de romper com o PT por conta da insistência em permanecer na sub-relatoria da CPI dos Fundos contrariando resolução partidária, foi sondado para substituí-lo na presidência do PSB e resiste à proposta.
Com a resistência de Allan, o ex-prefeito de Rondonópolis Percival Muniz (PPS) se torna alternativa para substituir Valtenir no comando do PSB. Descontente com o PPS por conta da decisão do diretório nacional que o destituiu e colocou o secretário estadual de Educação, Marco Marrafon, na presidência estadual da sigla, não descarta mudar de partido e até colocou o nome à disposição para disputar o Governo do Estado em chapa de oposição.
Outro fator que pode levar Valtenir de volta para o MDB são acordos que estão sendo costurados pela direção nacional do PSB para as eleições de outubro. Ocorre que o vice-governador de São Paulo Márcio França (PSB) pretende concorrer à sucessão de Geraldo Alckmin (PSDB) com apoio dos tucanos em cumprimento ao acordo que teria sido firmado ainda em 2014.
O PSDB estaria condicionando o apoio a Márcio França à recíproca em alguns estados, o que incluiria Mato Grosso. Opositor do governador Pedro Taques (PSDB), Valtenir também estaria cogitando retornar ao MDB justamente para não ser obrigado a dividir palanque com o tucano, que certamente vai à reeleição.
Caso a possibilidade de deixar a sigla socialista se concretize, será a sétima troca de partido de Valtenir. O parlamentar passou pelo PT, PSB, Pros, PMB, MDB e retornou ao PSB.
Valtenir nega qualquer movimentação de deixar o PSB. Já Allan afirma que o PSB é uma boa alternativa para abrigá-lo, se for mantida a tendência de voltar à origem esquerdista e não apoiar a reeleição de Taques.
No entanto, Allan garante que não negocia com Valtenir. Segundo ele, existia um acordo para o rodízio na Câmara Federal beneficiar a suplente Jusci Ribeiro (PT), que não foi respeitado. “O acordo era para Jusci assumir, mas Valtenir não respeitou o que havia sido acertado. A companheira foi excluída por manter o posicionamento progressista e fazer oposição a Temer”, disse ao #rdnews.
Percival ainda não chegou a ser sondado para averiguar a possibilidade de migrar para o PSB. A conversa deve acontecer nas próximas horas.
O que há de novo no cenário político brasileiro, são os grupos de mobilização que se independeram dos partidos políticos, e buscam inclusive, substituí-los. Isso porque os PP nada mais são que meras "agencias eleitorais", se valendo da exclusiva condição do registro eleitoral. Monopólio que não se sustenta mais. A prova está aí: qual razão para a barganha partidária? Foco nos interesses eleitorais, nos atalhos para se manter no poder e manutenção dos acordos privados, distantes do interesse público.
Não entendi esta do Deputado petista ALAN... A suplente JUSCI tem que CONVENCER os deputados SÁGUAS (do seu partido) e BEZERRA também a licenciarem... O dep Valtenir já se licenciou.
Esse senhor quando visitava os municipios e estava no PSB querendo mudar de partido queria levar todos do PSB para o novo partido alegando que o novo partido tinham suas ideologias e hoje só demonstra que ideologia eram essas....não tem carater...e não vai ter voto.
Esse senhor já passou dos limites faz tempo. Ele precisa mesmo é ser trocado como deputado. O povo precisa de largar de ser trouxa e não eleger esse tipo de político mais. Esse ano é o momento.
seria bom que ele fosse pro PT... desunião total...
esse cara não tem compromisso nem ética ele simplesmente vai para onde o vento assopra, quer a reeleição a qualquer custo não cumpre promessa de campanha e só aparece de 4 em 4 anos. vamos dar a resposta a ele nas urnas.
Esse Senhor não respeita o povo que o elegeu, brigou para ser presidente do PSB, fodeu como partido aqui em MT,,,com as lideranças Cuiabanas,,,Fabio ,,,Mauro e estruturaram o partido aqui e os camaradas de Brasilia voltaram a ser pequeno aqui no ESTADO....kkkkkkkkkkkkkkk
vai explodir outro partido ?
Povo matogrossense tem que parar de eleger esse cara que não tem compromisso com partido algum então imagina com o eleitor.......povo abre o olho!
Desembargador José Luiz Lindote presidirá o TJ/MT a partir de janeiro do próximo ano
Sabe quanto o Poder Judiciário do Estado vai receber de duodécimo no decorrer de 2027?
Nada menos que R$ 3,79 bilhões, o que representa 51,5% do bolo orçamentário destinado aos Poderes, fora o Executivo, e 8,2% de todo o orçamento do Estado de Mato Grosso, que será de R$ 46,1 bilhões.
Nos últimos cinco anos, o duodécimo do Tribunal de Justiça, a ser presidido pelo desembargador José Luiz Lindote a partir de 1º de janeiro, cresceu 64,8%.
Em 2023 era de R$ 2,30 bilhões. Subiu para R$ 2,50 bilhões no ano seguinte; para R$ 2,83 bilhões em 2025; e para R$ 3,32 bilhões neste ano. A previsão para o exercício de 2027 é de R$ 3,79 bilhões.
A Justiça Estadual conta com 79 comarcas instaladas, com cerca de 250 juízes em atividade nas varas e juizados, quase 8,5 mil servidores e 39 cadeiras de desembargadores, gerando uma despesa de R$ 117 milhões por mês somente com a folha de pagamento de pessoal.
Senador Carlos Fávaro e a filha Rafaela Fávaro, candidatos derrotados nas urnas deste ano
O senador Carlos Fávaro não sentiu tanto a derrota à reeleição quanto à reprovação nas urnas da filha, jornalista Rafaela Fávaro, que concorreu à deputada estadual. Ainda busca explicações.
Presidente do PSD-MT e ex-ministro da Agricultura do Governo Lula, Fávaro criou todas as condições políticas e logísticas para fazer a filha deputada. O projeto começou em 2024, quando a indicou como vice-prefeita da chapa de Lúdio Cabral, que disputou e perdeu para Abílio Brunini no segundo turno.
Rafaela era apontada na chapa do PSD como possivelmente a mais votada, o que deixou em apuros, durante toda a campanha, outros concorrentes internos, como o deputado Wilson Santos e o ex-deputado Gilmar Fabris.
Por fim, o PSD só garantiu uma cadeira, com a reeleição de Wilson, que obteve 19.911 votos. Rafaela ficou na segunda-suplência com 9.787, atrás de Fabris, que registrou 15.541. A votação pífia da filha deixou o senador bastante abalado.
FEZ FOI É MUITO, QUE TRABALHO TEM POR MT? ACHA QUE É CHEGAR ASSIM E GANHAR, AINDA MAIS NA TERRA DOS BOZORENTOS..
Tony Ribeiro
Nova composição do Pleno do TCE com Luiz Carlos, Isaías, Joaquim, Teis, Neto, Willian e Henrique
O conselheiro Antonio Joaquim será o próximo presidente do TCE-MT.
Seguindo o rito e o acordo "costurado" entre os conselheiros, mesmo que quatro tenham sido afastados no âmbito da operação Tomada de Contas e já com três substitutos integrando o Pleno, Joaquim vai ser aclamado por unanimidade na eleição antecipada para junho do próximo ano.
E sua terceira posse na presidência se dará em 1º de janeiro de 2028, para dois anos de gestão. Já comandou o TCE nos biênios 2008/2009 e 2016/2017.
Hoje, a Mesa Diretora é presidida por Waldir Teis, então vice que passou a comandar o Tribunal com o afastamento e prisão preventiva de Sérgio Ricardo, na semana passada. Compõem agora o Pleno, além de Joaquim e Teis, o procurador-geral do MPC, William Brito Júnior, e os auditores substitutos de conselheiro Luiz Henrique Lima, Luiz Carlos Pereira e Isaías Lopes da Cunha.
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
Antonio Joaquim é uma das pessoas da vida pública mais proba. Trabalhador e honesto. Merece voltar a presidir o Tribunal de Contas
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Sem nhenhum desmérito ,mais o Conselheiro Campos Neto, seria a melhor opção para Presidir o TCE MT neste momento de crise e grandes conturbação, pois é o unico \"Ficha Limpa\" dos tres que restaram no TCE, pois tanto António Joaquim e Waldir Teiss, já foram afastados por suspeitas de atos ilicitos e possiveis práticas de corrupção por delação do Governador Silval Barbosa, e aceita pelo STF-MPF e o unico ainda \"sem manchaa\" é o Campos Neto.
Faissal Calil, deputado estadual reeleito pelo PL
Usando bastante as redes sociais para se comunicar com o eleitorado, o advogado Faissal Calil (PL) garantiu seu terceiro mandato de deputado estadual com 41.039, arrancando votos em 137 dos 142 municípios mato-grossenses.
A maior votação de Faissal, irmão da presidente da Câmara da Capital, Paula Calil, se deu em Cuiabá, com 17.141. Ele obteve mais de mil votos em outros três municípios: Alta Foresta (3.490), Várzea Grande (3.090) e Sapezal (1.356).
Só não contabilizou voto em cinco municípios: Araguaiana, Ponte Branca, Novo Santo Antônio, Araguainha e Ribeirãozinho.
Faissal já concorreu a cinco eleições e perdeu apenas uma. Foi na primeira tentativa de cargo eletivo, em 2010, quando se lançou a deputado estadual pelo PSB e chegou a 4.959 votos.
Em 2012, se elegeu vereador de Cuiabá, pelo PSB, com 3.592. Conquistou vaga na Assembleia Legislativa, em 2018, com 20.509, pelo PV. Se reelegeu no pleito de 2022, com 30.240, pelo Cidadania e, neste ano, assegurou o terceiro mandato de estadual com 41.039.
Desta vez, Faissal foi o 11º mais votado, ficando atrás de Alessandra Ferreira, Léo Bortolin, Doutor João José, Beto Dois a Um, Ulysses Moraes, Dilmar Dal Bosco, Samantha Íris, Gilberto Cattani, Lúdio Cabral e do campeão Max Russi.
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Ednilson Aguiar
Prefeito Cláudio Ferreira, de Rondonópolis
O prefeito rondonopolitano Cláudio Ferreira (PL) tem adotado uma postura diferente das dos demais colegas bolsonaristas que comandam municípios em Mato Grosso.
Ao invés de se prender a questões ideológicas, fomentando intrigas, com ataques ao Governo Lula, a opositores e à chamada esquerda e ao PT, Cláudio prefere a neutralidade e o pragmatismo. E, com isso, sua gestão tem colhido resultados, que são as entregas.
O prefeito lançou, por exemplo, a construção de 1.483 casas populares, no residencial Vida Rondonópolis, na região do Pedra 90, em parceria com os governos estadual e federal, cujos investimentos superam a R$ 320 milhões. As obras já começaram. As unidades serão entregues dentro de dois anos.
Empolgado, o prefeito bolsonarista, chamado de trator, promete construir 10 mil casas com essas parcerias. Além destas 1.483, outras mil unidades estão sendo feitas.
Não moro em Rondonopolis mas vejo o quanto a cidade mudou, o prefeito está fazendo a política de resultados e povo agradece! parabéns!
MÉRITO DO GOVERNADOR PIVETA.
Ele está certinho. É dessa direita que prioriza a praticidade, a eficácia e os resultados concretos que precisamos. Se Abílio não acordar pra vida e se atentar a isso não vai reeleger aqui.
Assessoria
O rondonopolitano Zé Medeiros, que deixa a Câmara para ocupar cadeira de senador
A região Sul (Grande Rondonópolis), que já teve 9 federais nas últimas cinco décadas, fica sem representatividade na Câmara pela primeira vez.
No pleito deste ano não elegeu ninguém.
Enquanto isso, a força política regional que emergiu das urnas consolida ainda mais a Baixada Cuiabana, com seis das oito cadeiras, a serem ocupadas, a partir de fevereiro, na nova legislatura, pelos coronéis Assis, Fernanda e Roveri, além de Fabinho Garcia, Rosa Neide e Virginia Mendes.
A bancada mato-grossense se completa com Juarez Costa (Nortão) e Thiago Boava (Médio-Norte).
Com 72 anos de emancipação politica, Rondonópolis, que hoje tem na Câmara Rodrigo da Zaeli, derrotado à reeleição, e Zé Medeiros, eleito senador, já teve como porta-vozes na Câmara Afro Stefanini, Percival Muniz, Augustinho de Freitas, Wellington Fagundes, Carlos Bezerra, Teté Bezerra, Adilton Sachetti e, hoje em final de mandato, Medeiros e Zaeli.
Tirando Rosa Neide e Barranco o resto e inuteis, nao servi para nada ,so atacam o governo e stf , mais tambem o povo matogrossense merece estipo de inutil doram ele que elegeram, por isso Cuiaba nao tem VLT, BRT , BUD eu la mais o que , pobre nao tem vez na direita so nao enxerga que e burro