Rodrigo Bastos deve assumir a Segurança Pública de MT no lugar de Cesar Roveri, que concorrerá a deputado
O novo secretário de Estado de Segurança Pública deverá ser Rodrigo Bastos da Silva, que desde janeiro de 2023 ocupa o posto de delegado-geral-adjunto da Polícia Civil de Mato Grosso.
A indicação foi feita a Otaviano Pivetta, vice que assume a cadeira de governador na próxima terça (31), por representantes das forças de segurança e por lideranças políticas, reforçando se tratar de um profissional técnico, trabalhador, competente e bem relacionado dentro das institituições.
Pivetta, segundo informações, teria sinalizado pela nomeação de Bastos no lugar do secretário César Roveri, que, depois de sete anos, se desincompatibiliza do cargo também no dia 31 para concorrer a deputado federal pelo União Progressista.







Hellen 28/03/2026
Deixou a desejar no salários dos Praças, está o mais baixo da segurança pública de MT.
pedro 28/03/2026
mauro fez muita coisas boas no setor da infra estrutura, mas na segurança publica deixou a desejar no efetivo....
Pacuzinho de lá mancha flores 27/03/2026
A política que deveria ser espaço de princípios, lealdade e construção coletiva está sendo sequestrada por um novo tipo de personagem: empresários que enxergam o poder apenas como extensão de seus negócios. Para muitos desses chamados BIP, partido não é projeto político é investimento. Enquanto gera lucro, permanecem. Quando deixa de interessar, descartam aliados e caminham para outro lado sem qualquer constrangimento. Desapareceu o espírito do grupo, do companheirismo e da fidelidade nas horas difíceis. A política virou um mercado onde alianças são tratadas como contratos temporários e a palavra dada perdeu qualquer valor. Esses emergentes econômicos entraram na vida pública trazendo dinheiro, mas levando embora algo muito mais valioso: a tradição política, o respeito às bases e a cultura construída ao longo de décadas. Hoje, muitos atacam até o próprio ambiente que os acolheu, como verdadeiros forasteiros que desconhecem história, identidade e compromisso coletivo. O resultado é uma política cada vez mais pobre de valores e cada vez mais rica em vaidade, traições e interesses individuais. O fiel escudeiro virou peça de museu, e a lealdade que um dia foi fundamento da política parece ter sido definitivamente substituída pelo cálculo frio do poder.
Júlio do Pedra 90 26/03/2026
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