Desde 2006
Romilson Dourado
Romilson Dourado é jornalista há mais de 20 anos. Escreve neste blog desde 2006. Formado em Letras e em Comunicação Social.
Foi professor. Trabalhou como repórter, editor e apresentador de TV. Neste Blog, acompanha e comenta os bastidores da política, com notícias exclusivas, e outros temas relevantes.
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Rodinei Crescêncio
Taques teve carreira meteórica, sendo eleito senador em 2010 e governador em 2014; Neste ano, quebra tradição
Desde a nova República, período posterior ao fim da ditadura militar, os governadores mato-grossenses que tentaram a reeleição conseguiram se manter no cargo. Neste ano, porém, a tradição foi desfeita e o governador Pedro Taques (PSDB) ficou em terceiro lugar na disputa ao Executivo estadual. A possibilidade da reeleição foi estipulada pela chamada Emenda da Reeleição, que passou a vigorar em 1998.
O tucano perdeu para o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM), que conquistou 58,69% do eleitorado. Em segundo ficou o senador Wellington Fagundes (PR), com 19,56%. Taques ficou em terceiro lugar na disputa, com 19% dos votos.
Ex-procurador federal, cargo que ocupou por 15 anos, Taques deixou a função para entrar na vida política. No mesmo ano em que pediu exoneração no Ministério Público Federal (MPF), em 2010, disputou o Senado Federal e foi eleito.
Em 2014, Taques deixou o Senado para disputar o Executivo estadual. Responsável pela prisão do bicheiro João Arcanjo Ribeiro, um dos criminosos mais famosos do Estado, o político utilizou a luta contra a corrupção como mote de sua campanha ao Governo.
Na disputa ao Palácio Paiaguás, registrou 833.788 votos, o que representou 57,25% dos votos válidos, e venceu em primeiro turno. Na época, seu maior adversário era o petista Lúdio Cabral, que teve 472.507 votos, equivalente a 32,45%.
Com a missão de combater a corrupção em um Mato Grosso saqueado pelo antecessor Silval Barbosa, Taques assumiu o Estado em 1° de janeiro de 2015. Nestes três anos e nove meses, viu seu governo passar por diversos imbróglios.
Escândalos de corrupção, casos de grampos ilegais, impasses com servidores e promessas de conclusão do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), cuja obra sequer foi retomada em sua gestão, estão entre fatos que contribuíram para que Taques não fosse reeleito.
Em meio aos diversos problemas enfrentados por sua gestão, Taques deixou de ser a promessa de salvação. Passou a ser considerado maior inimigo do funcionalismo público, ao enfrentar problemas para conceder a Revisão Geral Anual (RGA) à categoria.
O mote anticorrupção foi deixado de lado após ser mencionado em delações premiadas e ter, em sua gestão, escândalo envolvendo fraudes em licitações na Educação.
Taques deixa o governo como uma promessa que nunca foi cumprida. Para muitos, teve boa intenção. Mas a falta de experiência no Executivo e as dificuldades na lida com políticos, aliados e servidores públicos pesaram contra aquele que era tido como a salvação do período pós-Silval Barbosa.
UM BOLSONARO PANTANEIRO
No lançamento da campanha, comentei por aqui que o senhor Taques seria o lanterna dos três. Volto pra confirmar minha tese. Eis aí o resultado. Tava escrito nas estrelas. Governo inoperante, não fez absolutamente nada no interior do estado, passou o tempo tentando gerenciar RH e ainda não conseguiu nem isso.
Tomara que o outro que gosta de ser arrogante também, vice do Mauro, Piveta, entenda o recado.
E esse é o caminho que, se Bolsonaro for eleito, trilhará. Trabalhará para o Mercado Econômico, para atender os anseios do banqueiros e massacrar os trabalhadores assalariados bem como os servidores públicos.
Papo até peru tem, o povo confiou mas bastou ter o poder se perdeu.
Vacilão! O que lhe faltou senhor Pedro Taques foi humildade e, o que lhe sobrou, fora a boa administração em termos de honestidade, foi arrogância. Teve erros de estratégia desde a posse, quando não reduziu a folha mandando para casa os apadrinhados de Riva e Silval, até à reeleição, quando a adoção de estilo de campanha errada, com esquetes e slogam sem graça alguma, não conseguiu atingir a alma dos eleitores. Quer uma coisa mais chata e irritante do que o booora? Errou na escolha dos secretários, como o da saúde, que já havia ocupado o cargo em Cuiabá, Várzea Grande e mais duas vezes no Estado, sem que se notassem melhorias algumas nas suas gestões. Trouxe a equipe do Mauro Mendes onde, com certeza, alguns deles devem ter atuado como o Silvério dos Reis. Não colocou pessoas de confiança em cargos estratégicos do segundo escalão, onde de fato são geradas e desenvolvidas as ações de uma boa administração, os que vieram e continuaram eram da administração passada. E não foi por falta de avisos e considerações, mas o salto alto não lhe permitiu enxergar quem de fato eram parceiros. Cercou-se de acólitos e sicofantas, onde o mérito que se evidenciava era o da concordância fácil e do aplauso imediato. Senhor José Pedro Gonçalves Taques, que pena vossa excelência não ter calçado a sandália da humildade, pois o Estado precisava de pessoas honestas como você.
trabalhou apenas para os Poderes e agronegocio..
Uma hora todo meteoro cai e afunda numa cratera
Taques é um exemplo de arrogância, mereceu não ser reeleito.
Reprodução
Wellington Fagundes e Zé Medeiros
Ze Medeiros, eleito senador na segunda vaga, obteve mais que o dobro de votos de Wellington Fagundes, derrotado pela segunda vez ao governo estadual.
Ambos são do PL, mas fizeram campanha em palanques separados.
Enquanto o chamado Zé do Bolsonaro passou dos 940 mil votos (27%), Wellington ficou nos 411.535 votos.
Curiosamente, os dois vão compor a bancada de MT no Senado junto com Mauro Mendes, eleito neste sábado com mais de 1,1 milhão de votos. O mandato de senador de Wellington só termina em 2030.
Lamentavelmente o Senador Wellingtom Fagundes, brincou de candidato a Governador , não fez campanha porra nhenhuma, ficou de gracejo e papagaiada o tempo todo, não levou sua candidatura a sério, e levou seus aliados a derrota, como foi o caso da Janaina Riva, Julio Campos, Eduardo Botelho, Eliseu Nascimento. Acho que ele estava fingindo de candidato e até tido um acerto financero com o Piveta.
Coronel Fernanda, reeleita com quase 200 mil votos
Com a força do bolsonarismo, Coronel Fernanda (PL) se torna a deputada federal mais votada da história de Mato Grosso.
Com quase 200 mil votos, bateu o até então campeão de votos, Wellington Fagundes, que se elegeu deputado federal em 2010 com 145.460 votos.
Fabinho, Juarez, Rosa e Assis são os mais cotados à Câmara Federal
Na corrida pelas oito cadeiras à Câmara Federal pela bancada mato-grossense, 12 nomes chegam com força, sendo quatro deles considerados favoritíssimos.
Na relação abaixo, separados por partido e/ou federação, estão os futuros eleitos e/ou reeleitos a deputado federal neste domingo, levando em consideração resultados de pesquisas espontâneas, aliado a trackings, grupos de apoiadores e estruturação de campanha.
União/PP - Fábio Garcia, Nilson Leitão e Virgínia Mendes
PL - Coronel Assis, Coronel Fernanda e Thiago Boava
Republicanos - Juarez Costa
PT/PV - Rosa Neide (se a federação atingir o quociente eleitoral)
Podemos - Coronel Roveri e Neri Geller
PSD - Irajá Lacerda e Emanuelzinho
Fablício Rodrigues ALMT
Fachada da Assembleia Legislativa de Mato Grosso
Eis, abaixo, a lista dos nomes mais cotados à Assembleia Legislativa.
Estão distribuídos em nove partidos. São 24 vagas em disputa.
Os futuros eleitos, considerando a consolidação das pesquisas espontâneas, estrutura e estratégias, estão nesta relação abaixo:
Podemos - Max Russi, Beto Dois a Um, Alessandra Ferreira, Allan Kardec, Sargento Casarin, Fabio Tardin, Ulysses Moraes, Mauro Savi, Sheila Pedroso e Adelcino Lopo.
Republicanos - Nininho, Paulo Araújo, Diego Guimarães, Alan Porto, Doutor Eugênio, Valmir Moretto, Ari Lafin e Gilberto Figueiredo.
PL - Samantha Íris, Faissal Calil, Gilberto Cattani e Alcino Barcelos
MDB - Doutor João, Eduardo Botelho, Thiago Silva, Jéssica Riva e Léo Bortolin
PSDB - Juca do Guaraná, Carlos Avalone, Chico Guarnieri, Adenilson Rocha e Moacir Couto
PT/PV - Lúdio Cabral, Zé do Pátio e Valdir Barranco.
PSD - Rafaela Fávaro e Wilson Santos
União/PP - Dilmar Dal Bosco, Sebastião Rezende e Júlio Campos
Novo - Elizeu Nascimento (se o chapa atingir o quociente de 77 mil votos)
Acredito que o Deputado Júlio Campos será um dos reeleitos para a Assembleia Legislativa pois foi um dos mais atuante e corajoso parlamentar neste mandato. Tem o meu apoio
O NOVO não vai conseguir nem 40 mil votos no total. O Elizeu vai ter no máximo 15mil votos. Esse já pode fazer a mudança que ano que vem não estará na ALMT.
Meraldo Sá
Governador Otaviano Pivetta
O crescimento de Otaviano Pivetta nas intenções de voto nesta reta final não só o coloca numa ampla vantagem sobre Wellington Fagundes como reforça a possibilidade de se reeleger no primeiro turno. Wellington Fagundes, que começou a campanha na liderança, "derreteu" na chegada.
Os números da Quaest, divulgados neste sábado, véspera das eleições, demonstram isso. No final de agosto, o governador aparecia com 23%, uma ligeira vantagem e dentro do empate técnico com Wellington, que registrava 21%. Um mês depois, Pivetta já contabilizava seis pontos a mais, chegando a 29%, e ainda empatado com Wellington, até então estabilizado em 27%.
Mas, agora, o governador pontua com 40%, enquanto Wellington "derretou" na chegada e aparece com 20%. Considerando os votos válidos (excluindo brancos e nulos), Pivetta teria 54% e, Wellington, 28%. o que representaria a reeleição do governador no primeiro turno.
E o melhor candidato para o Governo..O WF e cheio de BO...Aquele caso dos Portos até hoje nada ???
Será? Duvido! Acredito que Mato Grosso terá 2º turno. O sistema está trabalhando para ele ser eleito, principalmente a imprensa e os institutos de pesquisa.
Esse piveta vai levar um fumo com a turma da traição aguarde pra ver kkkk
E O QUE VAMOS VER, PIVETE NUNCAAAAAAAAA
Deputados federais Rodrigo da Zaeli, Nelson Barbudo e Emanuelzinho
Dos sete federais que buscam a reeleição, três dificilmente irão conseguir renovar o mandato, segundo mostram as próprias pesquisas de intenção de voto.
São eles: Rodrigo da Zaeli (PL), Nelson Barbudo (Podemos) e Emanuelzinho (PSD).
Destes, o único que ainda respira esperança é Emanuelzinho, que briga com Irajá Lacerda pela única vaga a ser garantida pelo PSD.
Vocês que tão e querem esses Caras de Pau Quero ver p Crer
Não deveriam nem ter se candidatado esses ordinários sebosos.
eiiiiita glória
Alakakakakakak… tá de brincadeira !!