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Professores da UFMT rejeitam proposta do Governo Federal e mantêm greve

Greve dos docentes teve início em maio; docentes participaram de assembleia geral nesta sexta (21)

Beatriz Passos

Professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) rejeitaram a proposta de reajuste salarial de reajuste linear de 12,5% nos próximos dois anos apresentada pelo Governo Federal. A decisão foi tomada, nesta sexta-feira (21), em assembleia da Associação dos Docentes da UFMT, quando os servidores consideraram a proposta "insuficiente" e aprovaram a manutenção da greve, iniciada em maio deste ano.

Com relação à negociação com o Governo, o professor Aldi Nestor de Souza, membro do Comando Local de Greve, explicou que a categoria trabalha com três eixos: questão salarial, questão orçamentária e questões não financeiras. A pauta salarial não teve nenhuma alteração - a proposta continua sendo zero em 2024, 9% em 2025 e 3,5% em 2026 e mais uma alteração na carreira que, na avaliação do docente, achata o salário da carreira.

Reprodução

professores ufmt

“Analisando esses elementos, eu entendo que a gente começou a negociação, de fato, na reunião do dia 14/06. Foi a primeira vez que o Governo conversou, de fato, com o Andes-SN. Por isso, não faz sentido nenhum pensar em finalizar a greve”, analisou Nestor.

Outros participantes  também foram contrários à suspensão da greve  “O Orçamento do PAC anunciado pelo Governo não será para todas universidades, somente para aquelas que solicitarem e tiverem seus pedidos deferidos. O PAC é enganoso, feito para empreiteiras construírem prédios nas universidades, não para a gente comprar material e tudo o que a gente precisa para as aulas. Esse PAC vai promover o aumento das Parcerias Público-provadas e verba parlamentar dentro das instituições, e isso influenciará também na autonomia das pesquisas”, manifestou a professora Vanessa Furtado.  

Durante Assembleia, a categoria aprovou que se houver aprovação de saída da greve nacional, que seja condicionada à manutenção dos espaços de discussão relacionados à pauta, instalação de mesa permanente de negociação com o Governo e assinatura de termo de compromisso visando a discussão a partir da pauta original do Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes-SN).

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Davi 22/06/2024

Estou pagando o curso superior para a minha filha. Universidade Pública jamais.

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Benedita da Silva 22/06/2024

Greve é direito do trabalhador garantido por lei. Se não concordam não mandem seus filhos para Universidade, sigam os conselhos do pastor Valadao, mandem vender picolé na garagem, façam as meninas ficarem ignorantes para nao serem rodadas, vagabundas, para manterem fariseus com rolex de 200.000,00,carrao de 1 milhão, roupas de grife, bolsa de 30.000,00. Porque se comecarem a pensar não vão querer ser enganadas por boçais, zurrando asneiras, vitimas de violência. O conhecimento liberta, por isso o discurso contra o livre pensamento. Lula deveria dar um pito no seu ministro da Educação, que levou o presidente a negociar com a ANDIFES ( dos reitores) e não com a ANDES (dos docentes). Comparem os salarios com o dos parlamentares que pouco produzem, e ficam apoiando moção de repúdio porque não conseguem interpretar texto.

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jose martelada 21/06/2024

25 aceitaram a proposta, tmb agora quem vai negociar é o ministro da casa civil, començando pelo corte de ponto das duas.Fiquem mesmo, sabotando país, o Lula melhor presidnete o Brasil já teve. Os numeros não mentem: carteira assinada aumento mais de 33%, PIB so cresce...uma minoria bancada por sabotadores, mercenarios e trapaceiros genocidas criminosos...

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Luiz 21/06/2024

Tem que cortar o salário desses parasitas. Fizeram o L, agora engulam o choro e voltem a ministrar as aulas meia-boca de vcs. O que não dá é pagarmos o salário desse povo para eles ficarem em casa. Estão achando que o salário astronômico de vcs está baixo, migrem para iniciativa privada e caiam na realidade. Apesar de que, considerando as péssimas aulas que 95% desse povo ministra nas Federais, não vão durar muito tempo nas instituições privadas. Chorem mais, é bom ver o choro de vcs!

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4 comentários

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