O corregedor-geral do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), João Augusto Veras Gadelha, recomendou aos membros do orgão, que tenham ética na conduta pública e privada, evitando comentar assuntos que possam gerar polêmicas ou tensionamento entre a classe e outros poderes. A orientação foi assinada na última quinta-feira (16) e está em vigor.
No documento, a Corregedoria do MPMT fez 9 recomendações. Entres as principais, estão o pedido de cautela quanto a rezalização de publicações em seus perfis pessoais nas redes sociais, sempre, "agindo com reserva e discrição, evitando-se a violação de deveres funcionais".
Além de evitarem expor em perfis pessoais, pronunciamentos oficiais sobre casos decorrentes de sua atuação funcional, sem prejuízo do compartilhamento ou da divulgação em seus perfis pessoais de publicações de perfis institucionais ou de notícias já publicadas oficialmente pelo MPMT.
Outro ponto importante é quanto a recomendação para que se evitem publicações que possam ser percebidas como demonstração de apoio público a candidato ou que deixe evidenciado, mesmo que de maneira informal, a vinculação a determinado partido político ou, ainda, que impliquem em ato discriminatório à raça, gênero, orientação sexual, religião e outros valores oudireitos protegidos, e que possam comprometer os ideais defendidos pela Instituição.
A orientação ocorre em meio há posicionamentos de membros do órgão, que de forma recorrente, se manifestam sobre casos polêmicos nas redes socias e até tecem críticas contra o atual governador, Mauro Mendes (União Brasil). Alguns deles, são os procuradores de Justiça, Domingos Sávio, Alexandres Guedes e o ex- procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges, que rebatem declarações públicas.
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Eduardo 22/01/2025
Promotor cria polêmica por que vive em Nárnia, dentro da fantasia do gabinete. Quando vão falar na rede social se deparam com a realidade e depois ficam acusando de fake news por que não tem argumento para rebater. Querem tirar onda de filósofos, donos da verdade, mas são, em sua maioria, fanáticos ideológicos com poder de perseguição.
paulo 22/01/2025
vivem no palacete, igual no tribunal de justiça, tipo, nao gosto de suburbanos, tem do bom e do melhor
dalva 22/01/2025
tem que questinar essas obras inacabados do governo estadual, essas orlas, do tipo la de santo antonio de leverger pq o mpmt nao fiscaliza isso? deem uma voltinha por la, ja tem anos essa obrinha.
MANÈ MANSO 21/01/2025
kkkKKKKKK SENTIRAM
walter liz 21/01/2025
a recomendação é ( esqueça que existimos) quanto menos falarem de nós , melhor pra nós, continuamos nossa " vidinha" tranquila, recebendo nossos penduricalhos, ganhando "salarios" absurdos , o mundo desse pessoal do MP esta bem acima dos meros mortais, e ja perceberam que o povão esta cada dia que passa mais revoltado com eles e outras castas que impregnam o poder publico
entonio 21/01/2025
Ministério publico esta instrumentalizado para atender politica de governo. O promotor que fez toda a bagunça judicial sobre a saude de cuiaba estava no aniversario de um deputado cantando ao lado do governador e seus asseclas, em uma total falta de discernimento quando ao limite moral da sua atuação
Citizenship 21/01/2025
Críticas às autoridades governantes são absolutamente legítimas e a Corregedoria do Ministério Público certamente não pretende com essa recomendação inibí-las. Comentário de casos em andamento ou posicionamentos discriminatórios sim são objeto de desautorização, uma vez que o Ministério Público, como uma instituição de Estado, não pode agir em desconformidade com os princípios legais ou ético-políticos decorrentes da CF-1988. Mas, críticas às autoridades governantes expressam a opinião pessoal dos integrantes do Ministério Público, de tal modo que as opiniões formadas, por quaisquer razões que sejam, desde que expressas de modo razoável e argumentativo não podem sofrer censura nem qualquer recomendação que soaria como assédio moral aos integrantes da carreira. As pessoas, independentemente de onde trabalhem, tem direito às suas opiniões e a expressá-las, quando quiserem, desde que não sejam mentirosas ou caluniosas, nem difamatórias.
Eduardo 21/01/2025
Tem que ficar quietos por que não tem argumentos para enfrentar os questionamentos da sociedade. Por exemplo: por que recebem acima do teto constitucional quando deveriam fiscalizar para impedir exatamente isso? O promotor vai responder o que? Que é fake News? Que não recebem acima do teto? Que não compraram iPhone, note book, pistola, tudo com dinheiro público?
dalva 21/01/2025
ah tem que ficar quietos, la é um lugar só de gente chique, nao pode ter esses polemicas,
9 comentários