O coronel da reserva do Exército Brasileiro, Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas, suspeito de financiar a morte do advogado Roberto Zampieri, chegou a Cuiabá no final da manhã desta quarta-feira (17). Ao saltar da aeronave, no Aeroporto Marechal Rondon, o suspeito estava sem algemas e escolheu não cobrir o rosto. No entanto, se manteve em silêncio.
A reportagem apurou que o coronel ficará preso no 44ª Batalhão de Exército, na Capital. Inicialmente, o
noticiou que ele ficaria no 13ª Batalhão de Exército, no entanto houve alteração em relação ao destino do suspeito. Vídeo feito pelo site Olhar Direto mostra o momento da chegada de Caçadini no aeroporto - confira:
Caçadini foi preso na segunda-feira (15) e a Justiça converteu a prisão em flagrante para preventiva. Durante depoimento na delegacia de Belo Horizonte, o suspeito optou por exercer o direito de ficar em silêncio. Segundo o delegado Nilson Farias, Etevaldo deve prestar novo depoimento em Cuiabá e, em seguida, ser conduzido ao Batalhão. A expectativa é de que o inquérito seja encerrado nos próximos dias.
Durante coletiva de imprensa, o delegado Edison Pick, também responsável pela investigação, informou que, ao ser detido, o coronel ligou para o advogado e generais do Exército de Belo Horizonte, mas ninguém atendeu.
"Está tudo registrado, gravado, documententado. Ele mesmo nos recebeu, demos a ordem de prisão. Foi franqueado para que ele ligasse para seu advogado ou para uma pessoa de confiaça do Exército, a pessoa que ele indicasse. Ele fez através do telefone da esposa dele, porque o dele já estava apreendido. Ele fez inúmeras ligações, isto está registrado, e infelizmente ele não conseguiu falar com ninguém no ato da prisão", disse.
Outra informação confirmada pelo delegado é de que o suspeito esteve quatro vezes em Cuiabá.
O militar é o quarto preso por suposto elo com a execução de Zampieri que aconteceu na noite de 5 de dezembro. A vítima estava dentro de uma picape Fiat Toro e havia acabado de sair do seu escritório quando foi atingida com diversos disparos de arma de fogo. O executor estava de tocaia aguardando a saída do advogado.
Prisões
O suposto executor, Antônio Gomes da Silva, foi preso em 20 de dezembro em Santa Luzia, região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). Na mesma data foi detida no estado mineiro a empresária e farmacêutica Maria Angélica Caixeta Gontijo, apontada como suposta mandante do crime.
E, dois dias depois, a polícia prendeu Hedilerson Fialho Martins Barbosa, suposto intermediador do crime.
As investigações da Delegacia de Homicídios de Cuiabá apontaram que, após contratar o executor pelo valor de R$ 40 mil, o intermediário despachou uma pistola calibre 9 mm, registrada em seu nome, para Cuiabá, no dia 5 de dezembro, a mesma data em que ocorreu o crime. O encontro entre o intermediador e o executor para entrega da arma ocorreu em um hotel, onde os dois ficaram hospedados na capital mato-grossense.
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Neto 18/01/2024
Esse Coroné deve ser Petista! petista preso tem tudo a ver.
Elifas jose ribeiro 17/01/2024
O ANSELMO DEVE ESTAR COM SAUDADES DOS MEUS ELOGIOS AOS PETISTAS... AGUARDE
Rui 17/01/2024
sim, marcos, inclusive você! Ou vai querer distorcer? Todos aqui sabem que você é baba ovo de milicianos.
marcos 17/01/2024
agora tos que matam tem a ver com melicia, bolsonaro, eta ignorancia.
Anselmo 17/01/2024
O Elifas deve estar lá de plantão para defender o miliciano....
Maria Aparecida de Oliveira 17/01/2024
Parabéns polícia civil do meu amado Mato Grosso pelo excelente trabalho 👏👏👏👏👏👏⚖️👏👏👏👏👏⚖️👏👏👏👏⚖️👏👏🇧🇷⚖️
6 comentários